Capítulo 42 – Unforgivable?

 

Changmin saiu do hospital com três pontos na testa, o que deixou Jaejoong ainda mais preocupado. Ele costumava ser um rapaz com grande apetite, mas naquele dia, comer foi uma grande dificuldade. Ele não queria ir trabalhar, tampouco queria ver as horas daquela tarde se arrastarem em direção à noite quando ele se encontraria com seu namorado e com sua sentença.

Changmin demorou a convencer Jaejoong que estava apto a dirigir, e ainda assim o rapaz insistiu em acompanha-lo ao hospital para se certificar de que seu amigo estava bem. Quando ele recebeu alta com apenas alguns pontos, Jaejoong se deu por satisfeito e foi para seu trabalho e tomar conta de seus clientes. Changmin chegou atrasado ao trabalho carregando consigo seu atestado médico e avisando seu chefe que continuaria seu turno depois do almoço.

Changmin forçou a comida do almoço, deixando seu celular desligado para que não ficasse tentado a ligar para Kyuhyun e terminasse estragando as coisas mais ainda. Como ele imaginou a tarde se arrastou demorada. As horas demoraram a passar, por mais que ele se focasse em suas atividades, não sendo o Changmin que conversava com todo mundo que ele normalmente era. Ele permaneceu a tarde trancado em seu cubículo em frente ao seu computador, como em um típico dia de escritório.

Os olhos de Kyuhyun fitaram o relógio pela milésima vez. O reitor da faculdade ligou para ele, marcando uma entrevista mais apropriada para que Kyu fizesse parte da equipe acadêmica, no entanto, o rapaz pediu-lhe um adiamento devido a problemas pessoais o que o docente pouco entendeu, devido ao bom-humor do rapaz na noite anterior. Ainda assim, ele aceitou a proposta e a entrevista oficial de emprego ficou marcada para a semana seguinte, quando com alguma sorte o hematoma em seu olho já teria desaparecido:

– Kyu-oppa, o que houve com o seu olho? – Indagou a estagiária que trouxera-lhe seus papéis.

– Eu esbarrei na porta.

Kyuhyun mentiu pela milésima vez naquele dia. Ele detestava aquilo, no entanto falar que apanhou do namorado daria a si uma imagem da mulher que sofre violência doméstica. Claro, aquilo era violência doméstica, no entanto, Kyu também a cometera quando jogou um objeto em direção à Changmin. Ele sentia a culpa remoer-lhe, pois ao se lembrar da cena, percebeu que poderia ter acabado pior, uma vez que se o objeto fosse mais pesado, poderia ter machucado mais seriamente seu namorado.

Às cinco da tarde Kyu não aguentou e pediu para seu chefe que ele o liberasse mais cedo naquele dia, pois ele estava com dores de cabeça. Kyuhyun era um bom funcionário e o diretor não se importou em libera-lo para que fosse para casa descansar, já que em plena sexta-feira o ritmo de trabalho naquele local era muito mais fraco. Kyu juntou suas coisas e saiu dali, a fim de enfrentar os frios metrôs até seu apartamento.

No entanto, depois de descer na sua estação, ele tratou de passar no mercado, pois tinha em mente algo que poderia agradar seu namorado e ele desejava agrada-lo, independente do desfecho daquela noite. Kyuhyun arrastou um carrinho por entre as prateleiras, escolhendo calmamente os ingredientes daquela noite. Nada sofisticado como o prato que Changmin preparara e ele não tivera a chance de provar. Finalmente, no lugar do vinho, uma caixa de suco de uva foi para o carrinho, ele não queria álcool entre eles aquela noite. Kyuhyun saiu daquele local cheio de sacolas e caminhou até seu apartamento.

Certamente a brisa leve daquele dia acalmou seu coração, trazendo-lhe a serenidade, apesar de a ansiedade ainda estar ali presente. Kyuhyun tomou o elevador e seguiu para seu andar, percebendo que já anoitecia, com o céu alaranjado e as primeiras estrelas despontando sobre a capital de Seul. Kyuhyun deixou as sacolas no chão para adentrar seu apartamento que estava silencioso.

No entanto, ele percebeu que Changmin estava ali, assim que viu o casaco que ele usava na noite anterior pendurado próximo a porta. A serenidade que antes o carregava desapareceu e Kyu sentiu-se ansioso e um tanto amedrontado. Ele segurou as sacolas e seguiu para a sala, encontrando Changmin ali. Ele tinha um curativo na testa e olheiras tão profundas quanto as próprias, certamente já percebendo sua presença apesar de não fita-lo.

Changmin estava próximo à estante com a boneca que pertencia a Kyuhyun na mão. Ele a fitava calmamente, fazendo Kyu perceber o quão distante aquele Changmin estava do que enfrentara na noite anterior. Kyuhyun se aproximou e o rapaz devolveu o objeto para o seu devido lugar antes de volver o corpo em direção ao rapaz, o fitando rapidamente. Changmin desviou o olhar assim que percebeu o hematoma na pele clara de seu amado e a vergonha tomou conta de si.

– Changminie… – Chamou Kyuhyun se aproximando lentamente.

– Oi Kyu. – Cumprimentou Changmin demorando em voltar a fita-lo, finalmente percebendo as sacolas que o rapaz carregava. – O que você trouxe?

– Ingredientes. – Disse Kyuhyun, sorrindo fraco. – Para o nosso jantar de aniversário.

– Você vai preparar?

– Eu achei que nós poderíamos fazer juntos desta vez, o que você acha?

– Pode ser que dê certo. E qual o cardápio?

– O de sempre, macarrão com salsicha. – Disse Kyuhyun sorrindo mais abertamente, ao ver Changmin rir fraco. – Você podia me ensinar a sua receita.

– E você ainda gosta do meu macarrão com salsicha?

– É o melhor do mundo. – Afirmou Kyuhyun se aproximando do rapaz e apoiando o rosto em seu ombro, o sentindo envolve-lo com o braço. – Eu não trocaria o seu macarrão com salsicha nem pelo melhor prato do melhor restaurante do mundo.

– É mesmo? – Indagou Changmin acariciando a nuca do rapaz com a ponta dos dedos, enquanto este meneava a cabeça afirmativamente. – Eu aposto que a cozinha está bagunçada não é?

– O Donghae-hyung ligou para aquela ahjuma que limpa o Candy Bar, ela limpou a nossa bagunça. –Afirmou Kyuhyun, erguendo o rosto para fitar seu namorado. – Ele disse que se nós limpássemos ia mexer com a nossa mente, ia doer, então era melhor que outra pessoa limpasse.

– Acho que ele tem razão. – Disse Changmin, passando a ponta do indicador pelo contorno do rosto do outro rapaz. – Vamos começar?

Kyuhyun sorriu de canto para o mais alto e o fitou tirar algumas sacolas de sua mão antes e segura-las antes e seguir lado a lado em direção a cozinha que estava realmente limpa, nem de longe parecia que eles haviam discutido daquela forma ali. Não havia cacos pelo chão, ou comida espalhada nos móveis e vinho manchando a porta do armário, tudo estava como era antes. Os dois rapazes desempacotaram os ingredientes e trataram de começar a prepara-los.

Eles cortaram temperos, amassaram, cortaram tomates e os trituraram para preparar o molho, assim como as salsichas que iam à panela em rodelas. Changmin ficou a cargo do macarrão que já fervia em uma grande panela de alumínio e apesar da grande quantidade de aromas, era o cheiro de Kyuhyun que suas narinas captavam, deixando seu coração se aquecer com a presença do rapaz ao seu lado.

Kyuhyun mexia o molho com uma colher de pau, vez ou outra desviando o olhar para o concentrado e silencioso Changmin. Kyu pegou uma pequena quantidade de molho na colher e depois de deixa-lo esfriar o colocou nas costas de sua mão o provando e acreditando que este estava delicioso. Ele repetiu o processo e aproximou as costas de sua mão suja de molho dos lábios de Changmin para que este o provasse.

Changmin sorveu o molho dali, o engolindo antes de deixar um beijo estalado na mão de seu namorado que sorriu discreto com o carinho. Ele o aprovou e os dois concluíram o simples prato que os remetia a primeira viagem que fizeram juntos. Enquanto Kyu misturava em uma travessa o macarrão com o molho, Changmin se encaixava em um abraço por trás do corpo do rapaz e repousava o queixo em seu ombro, o fazendo parar por alguns instantes do que fazia.

Kyu suspirou pesadamente com a respiração entrecortada devido a vontade de chorar que finalmente voltara a sua garganta. Seu suspiro não passou despercebido aos ouvidos de Changmin que o apertou mais em seu abraço e beijou seu pescoço demoradamente. Kyu voltou-se para o rapaz, sentindo seus olhos começarem a arder levemente quando seu olhar encontrou o de Changmin que também parecia agoniado quando disse:

– Eu não quero que termine assim, não aqui, não desse jeito.

– Eu também não. – Disse Kyuhyun segurando os ombros do rapaz. – Mas nós erramos Changminie, dissemos coisas terríveis, fizemos coisas terríveis. Eu nunca quis te machucar, por dentro ou por fora, eu só queria ser feliz com você.

– Eu sei meu príncipe. – Afirmou Changmin, selando sua testa demoradamente. – Eu queria não ter feito aquilo, não ter te dito aquelas coisas e nem… eu te machuquei, de um jeito que eu nunca imaginei que faria.

– Você me assustou, Changminie, eu nunca te vi com tanta raiva. – Afirmou Kyu sentindo as lágrimas rolarem por seu rosto. – Eu também nunca senti tanta raiva de você, você me deixou… humilhado.

– Eu sei, Kyunie. – Afirmou Changmin se afastando e se sentando em uma das cadeiras. – Me perdoe, pelas coisas que eu disse e que eu te fiz. Eu gosto tanto de você, te amo tanto, eu perdi a cabeça, Kyuhyun e eu prometo que não vai acontecer de novo.

– Eu não sei o que seria de mim sem você, meu Changminie, e se você diz que essa foi a única vez que chegou a esse ponto, eu acredito em você. – Afirmou Kyuhyun, ajoelhando-se em frente ao rapaz que forçava seu maxilar para não chorar, por mais que as lágrimas escorressem. – Me perdoe por esquecer o nosso aniversário, por passar a noite fora de casa, por gritar aquelas coisas horríveis e que eu sei que não são verdades pra você e por te machucar.

– Não são mesmo? – Indagou Changmin, enxugando suas próprias lágrimas com as costas da mão e sentindo Kyu segurar o lado de seu rosto, obrigando a fita-lo.

– Não passam nem perto da verdade. Você é o meu companheiro, o meu namorado e eu não trocaria o que eu tenho com você por nenhuma outra vida, com nenhum outro homem, entenda isso logo, Changminie e nós vamos viver melhor.

– Eu tenho tanto medo de perder você e tudo o que eu conquistei, que quase te afastei de mim. – Afirmou Changmin. – Eu não teria argumentos se você quisesse terminar hoje comigo, eu não teria nada em minha defesa.

– Eu muito menos. –Afirmou Kyuhyun. – Mas não é isso o que nós dois queremos, nós queremos ficar juntos.

– Kyunie, eu… eu…

– Fale meu amor. – Insistiu Kyuhyun.

– Eu nunca vou ser bem sucedido como o Siwon. – Afirmou Changmin.

– Claro que vai, Changminie, você é esforçado, inteligente.

– Você não entendeu, meu príncipe. – Interrompeu Changmin. – Eu nunca vou ser bem-sucedido como o Siwon, porque eu não quero ser como ele.

– Não diga isso, Changminie, você deve lutar pelo que você quer.

– Olha só pra você… me dizendo algo do gênero, não parece nem de longe o cara que me disse que se importava mais com o casamento do que com a carreira. – Confessou Changmin amargurado. – O Siwon tem um curriculum incrível, impecável, perfeito e olha só o que ele sacrificou em troca disso.

– O nosso relacionamento. Ele sacrificou o nosso relacionamento.

– Eu não faria isso. Eu prefiro ser tudo o que ele disse que eu sou, medíocre, sem nada em especial e continuar ao seu lado, do que ser um profissional bem sucedido e solitário. A minha prioridade é o nosso casamento e a sua?

– Não me peça pra escolher, é…

– Injusto?? – Indagou Changmin desviando o olhar e enxugando suas lágrimas que escorreram. – Ele te moldou, de novo, pra ser como ele.

– Isso não é verdade, Changminie, ainda sou eu, o seu príncipe. – Disse Kyu, segurando com mais força as mãos de seu namorado. – Eu não estou dizendo que o nosso namoro não é importante, mas existem outras coisas e você não precisa escolher um ou outro.

– Você sabe que isso não é verdade. – Disse Changmin puxando o ar com força a fim de evitar um soluço. – Você passa a maior parte do seu tempo entre o trabalho e a faculdade e não sobra muito pra mim. Sem contar o tempo que você passa com ele.

– Por que está me cobrando isso agora, Changminie?

– Porque eu estou cansado, Kyuhyun, porque eu tenho a impressão de que só eu quero continuar esse namoro, porque só eu acho que o que nós dois temos é mais importante do que qualquer emprego ou diploma. Eu não estou te pedindo pra largar tudo e ser dono de casa, mas quero o meu companheiro ao meu lado nos momentos importantes, no nosso de aniversário de namoro, por exemplo.

– É só isso o que você quer? A minha atenção?

– Eu quero que seja como antes dele voltar, quando você fazia eu me sentir importante, não um peso que você carrega para todos os lados.

– Você é importante, Changminie. – Disse Kyuhyun acariciando o rosto do rapaz. – Você é o meu namorado, como não seria importante?

– Então demonstre! Faz ideia de que fazer esse macarrão com salsicha foi a primeira coisa que você fez por mim esse ano?

Kyuhyun sentiu seu peito apertar quando Changmin cobriu o rosto e chorou. Ele não imaginava o quanto aquilo havia machucado seu namorado até culminar na terrível noite anterior. Kyu já não o culpava pela briga da noite anterior e o soco que ele lhe dera não parecia nada diante de sua realidade. Changmin tinha toda razão, Kyuhyun o colocara em segundo plano desde a volta de Siwon.

E Changmin não exigia nada demais. Ele queria mais tempo como namorados e não como estudantes e trabalhadores, ele queria Kyu mais tempo com ele do que com Siwon e talvez aquela fosse a solução para o ciúme intenso de Changmin. Kyuhyun se sentia um péssimo namorado, lembrando-se de como o outro o acusara na noite anterior de ser sua pior escolha em toda a sua vida. Kyuhyun enxugou suas próprias lágrimas e voltou a falar:

– Eu prometo ser um namorado melhor. – Disse Kyuhyun, acariciando os cabelos negros de Changmin. – Eu prometo te dar a atenção que você merece, não acho que o nosso relacionamento precisa acabar por isso. Nós erramos, Changminie, eu errei, mas nós podemos ir em frente.

– As coisas precisam mudar, estão me machucando.

– Eu sei, meu amor, agora eu sei. – Afirmou Kyuhyun o envolvendo pelos ombros. – É a minha vez de cuidar de você, de ser o namorado que você precisa.

– Eu amo você. – Afirmou Changmin se encaixando naquele delicioso abraço, sentindo seu coração se acalmar. – Amo muito você.

– Eu também amo você, Changminie.

– Vamos comer o nosso macarrão? Deve estar horrível e sem sal. – Brincou Changmin, apertando seu namorado entre seus braços.

– Deve estar uma delícia, isso sim.

“Me perdoe.”

A voz de Kyuhyun saiu fraca e ele se afastou para poder fitar Changmin. Era a primeira vez que Kyu machucava alguém, que agia como egoísta e terminava por se arrepender. Mais tarde talvez ele pensasse em seus erros, mas no momento, ele precisava se redimir com Changmin. O rapaz o fitou demoradamente e não o respondeu, apenas selando seus lábios, em uma afirmação muda de que o havia perdoado e dando-lhe esperanças de que tudo ficaria bem.

Kyuhyun sentiu o gosto salgado das lágrimas de Changmin em seus lábios, contrastando com sua textura macia e aconchegante. Changmin acariciou os cabelos do rapaz antes de baixar o rosto e se afastar, recebendo um carinho em retorno. Kyu se levantou e selou sua testa demoradamente, deixando Changmin acariciar sua cintura antes dele se afastar e deixar o rapaz fita-lo.

Kyuhyun serviu o macarrão em um único prato grande e fundo e dois copos do suco de uva que ele trouxera. Changmin o acompanhou com o olhar até Kyu dispor as louças na mesa e entregar-lhe um garfo, finalmente sentando-se em seu colo. Kyuhyun provou o macarrão, o aprovando, enquanto Changmin apenas fitava-o com ar pensativo. Aquele era Kyu tentando seguir em frente depois da briga, restava a Changmin fazer o mesmo.

Quando viu que o rapaz não se movia, Kyu pegou uma garfada do macarrão e volveu o corpo o aproximando dos lábios de seu amado que se lambuzou de molho enquanto o provava. Kyu tinha razão quando disse que estava gostoso e Changmin após aprova-lo, pegou seu próprio garfo e começou a comer do prato que Kyu o servira, intercalando com o suco. Em certo momento quando seus garfos pegaram a mesma porção de macarrão, eles imitaram a famosa cena do desenho animado da Disney, e selaram os lábios ao final, rindo-se em seguida.

Eles repetiram o prato, uma vez que passaram o dia todo sem apetite e a medida que seu humor melhorava o apetite dos dois rapazes abria. Eles não conversaram enquanto comeram, apenas trocaram carícias, alguns beijos discretos e estalados, e abraços demorados o que fez a refeição durar bem mais. Quando o segundo prato já estava vazio, Kyu virou o corpo e se apoiou em Changmin que deixou seus braços envolverem sua cintura e acaricia-lo com a ponta dos dedos.

– Foi o macarrão mais gostoso que eu comi esse ano. – Disse Kyuhyun apoiando o queixo no ombro de seu namorado.

– Nós devíamos ter feito isso mais vezes. – Afirmou Changmin, apertando seu namorado em seus braços.

– Mas nós vamos fazer, várias vezes. – Afirmou Kyuhyun se afastando para fita-lo.

Changmin sorriu com o canto dos lábios, que logo foram cobertos pelo beijo de Kyuhyun. O mais alto segurou-o pela nuca o acariciando ali com a ponta dos dedos e o pressionando contra si, enquanto entreabria os lábios e deixava seu namorado beija-lo. A língua quente e úmida de Kyuhyun invadiu sua cavidade bucal, buscando a própria e misturando o sabor de seu hálito com o de sua saliva.

Kyu pendeu o rosto de lado, embrenhando seus dedos nos fios finos de Changmin enquanto suas bocas se encaixavam uma sobre a outra, se pressionando, se acariciando enquanto suas línguas brigavam por espaço, por sabores e texturas que somente eles tinham. Kyuhyun começou a ficar incomodado com sua posição e cortou o beijo para poder ficar mais próximo de seu amado.

Ele separou as pernas e se sentou de frente para Changmin que o agarrou com mais firmeza pela cintura. Kyu não sabia o quanto aquilo significava para seu namorado, poder toca-lo sem pudores, ao mesmo tempo sem ser obrigado a marcar território e sair provando que Kyu pertencia somente a si. Tocar Kyuhyun sem compromisso, a não ser o da vontade de senti-lo em seus braços, o peso de seu corpo sobre si, a pressão de seus lábios nos próprios, era tudo o que ele mais sentia falta.

Kyuhyun cortou o beijo, apoiando ambas suas mãos no tórax de Changmin que respirava profundamente. Eles se entreolharam, demoradamente, deixando o desejo que sentiam um pelo outro escorrer pelos poros de sua pele, como o suor que aquela aproximação fazia brotar em seu rosto. Changmin fechou os olhos e Kyu voltou a se aproximar, encaixando o rosto na volta de seu pescoço e deixando seus lábios se pressionarem ali em um beijo rápido.

Logo a língua de Kyuhyun tomou frente, ao mesmo tempo em que ele sugava a pele do local, sentindo Changmin abaixo de si se contorcer brevemente. A pele morena do mais alto se arrepiou com a sensação da língua quente do rapaz umedecendo seu pescoço, o marcando como sua propriedade. Kyu então afastou o rosto e soprou de leve onde sua saliva estava espalhada, fazendo o corpo de Changmin ficar tenso e o rapaz ofegar.

Kyuhyun sorriu com a reação do rapaz e se afastou novamente para fita-lo. Changmin abriu os olhos e se demorou nas feições de Kyuhyun que uniu seu corpo mais ao do outro. Ele apoiou o antebraço nos ombros do mais alto e ondulou o corpo para frente, se esfregando ao quadril do outro e simulando algo mais erótico. Changmin espalmou suas mãos na coxa de seu namorado, ofegando discreto com seus movimentos sobre si, sentindo seu membro pulsar em resposta.

Kyuhyun sentiu o membro do rapaz ganhar volume embaixo de si, alcançando uma semi-ereção já visível por cima do tecido fino de sua calça. Ele então se arrastou no colo do outro, se acomodando mais próximo ao seu joelho. Kyu olhou para baixo logo que seus dedos envolveram seu membro ainda por cima da calça, fazendo Changmin morder o lábio inferior em resposta. Enquanto seus dedos trabalhavam sem pressa percorrendo a virilha do mais alto, Changmin atacou o pescoço de seu namorado o lambendo demoradamente até alcançar seu ouvido e morder o lóbulo de sua orelha.

Changmin puxou a gravata que seu namorado usava, o forçando a pender o corpo para frente e gemer baixinho. Kyuhyun soltou o membro já desperto de seu namorado e tratou de abrir desajeitadamente as primeiras casas da camisa social que este usava, tendo por baixo uma regata branca que contrastava com sua pele morena. Kyuhyun se afastou e se livrou da camisa fitando seu namorado demoradamente, enquanto suas mãos acariciavam seus braços.

Kyuhyun se levantou e depois de afastar as louças ele sentou-se sobre a grande mesa da cozinha. Changmin prontamente o acompanhou se levantando e encaixando-se entre suas pernas para por fim, livrar-se da camisa do rapaz. Kyuhyun chutou seus sapatos para longe, fitando o mais alto fazer o mesmo e pisar com as meias finas no chão frio da cozinha. Os lábios de Changmin logo exploraram um dos mamilos de Kyu que gemeu demoradamente.

Kyu amava a maneira como Changmin tratava aquela parte de seu corpo, de uma forma tão atenta e especial. Sua língua o circulava, se demorando na pele rósea do rapaz, para por fim fechar os lábios em seu contorno e suga-lo de leve, apenas para enrijecê-lo e deixa-lo protuberante. Então sua língua voltava a saborear o local, o lambendo de leve, como se desejasse banha-lo de saliva.

Não era necessário muito mais do que isso para Kyu formar uma ereção entre suas pernas e Changmin bem sabia disso. Ele confirmou sua teoria agarrando o volume entre as pernas do outro o sentindo rígido entre seus dedos. Kyuhyun estava devidamente excitado com seus toques e Changmin amava vê-lo assim tão entregue. O mais alto se afastou e abriu o zíper da própria calça, enquanto se namorado se livrava finalmente da regata que ele usava.

Kyuhyun em um impulso desceu da mesa, e segurou seu namorado pelo pulso, fazendo Changmin andar em seu encalço. Era desconfortável caminhar com uma ereção entre as pernas, no entanto, Kyu desejava chegar ao quarto e terminar o que começara com seu namorado ali. No entanto, aquela noite era para ser do agrado de Changmin e Kyu não reclamou quando o rapaz desviou para a sala e não o quarto.

Changmin o conhecia bem e sabia que Kyu não faria nada sem estar devidamente lubrificado, por isso o sachê de lubrificante que andava na carteira do menor seria de grande utilidade aquela noite. Ele os retirou dali, os deixando sobre mesinha de centro e finalmente retirando as calças enquanto se encaminhava em direção a confortável poltrona próxima a janela. Assim que Changmin se sentou, ele sorriu lascivo para seu namorado e o chamou com um sinal de mãos.

Kyuhyun tocou sua ereção que pulsou ao sinal do outro e se encaminhou em sua direção a passos largos. No entanto, ao contrário do que Changmin previra Kyuhyun não voltou a se acomodar em seu colo e sim ajoelhou-se a sua frente, passando as mãos pelas coxas finas e de pele morena do rapaz. Os pelos finos e negros se eriçaram ao seu toque, principalmente quando Kyu as pressionou e lambeu o lábio inferior.

Ele se aproximou e o cheiro de sexo invadiu suas narinas, o inebriando, excitando ainda mais seus instintos e sua libido. Kyuhyun o lambeu por cima da boxer, umedecendo o tecido e massageando o membro do outro com sua língua macia. Changmin suspirou satisfeito e deixou as costas colarem no encosto da poltrona, deixando as pernas separadas para o bom proveito de Kyuhyun. O menor beijou-lhe as coxas, a virilha, o baixo ventre e só então puxou sua boxer para retira-la.

Changmin ergueu o quadril o ajudando, vendo seu membro ser delicadamente exposto, avermelhado na ponta e com suas veias pulsantes. Kyuhyun sentiu sua boca encher-se com sua saliva e ele aproveitou para abocanhar o membro de seu namorado e deixa-la escorrer por ele, dando a Changmin aquela sensação morna e deliciosamente úmida. Changmin enrijeceu os músculos das coxas e se contorceu quando a saliva de seu namorado escorreu viscosa sobre seu membro.

Kyu então afundou o rosto em direção a virilha do rapaz, o sugando com força, o que deixava Changmin a beira da dor, como ele sabia que seu namorado gostava. De imediato ele começou a se mover sobre o membro do outro o sugando e escorregando sua língua por toda sua extensão, o deixando úmido. Changmin agarrou-lhe os cabelos com firmeza, enquanto cerrava os dentes, e grunhia rouco, sentindo seu corpo todo arrepiar-se com os toques de seu namorado.

Kyuhyun soltou-lhe o membro, sentindo o mesmo chocar-se contra seu rosto, antes de abocanhar os testículos de seu namorado. Aquela era uma das regiões mais sensíveis do corpo de Changmin e, ser tocado ali pela língua habilidosa de seu namorado era para ele uma sensação indescritível. Kyu lambeu demoradamente os testículos de seu namorado, os abocanhou, salivou sobre eles, beijou-os, dando atenção especial para aquela região do corpo do outro que ele tanto gostava.

Kyuhyun então se afastou e agarrou o falo de seu amado, o acariciando lentamente entre seus dedos, enquanto beijava as coxas do mesmo, deixando uma mordida bem marcada em uma destas. Changmin sabia que teria um hematoma ali no dia seguinte e que talvez fosse senti-la arder enquanto caminhasse, mas aquilo não importava naquele instante, ele apenas queria provar mais do corpo de seu namorado.

Changmin puxou os cabelos de seu amado chamando sua atenção, ele o puxou pelo braço, se levantando da poltrona e o guiando para que se sentasse ali em seu lugar. Kyu estava ansioso, pois já sabia o que viria a seguir. Enquanto Changmin se esticava e manuseava um dos sachês de lubrificante, Kyu livrava-se de suas próprias calças e roupa íntima, as deixando em algum lugar no chão da sala.

Quando Changmin voltou-se ao seu namorado, o encontrou completamente nu, com as pernas afastadas e acariciando o próprio membro lentamente. O mais alto parou por alguns instantes para observar a cena, tão erótica quanto lasciva. Changmin não aguentava-se em si, precisava ter aquele corpo para si novamente, precisava fazer Kyuhyun seu homem mais uma vez. Ele se aproximou de seu amado que escorregou o corpo para frente e ergueu as pernas no ar, dando espaço para que ele tocasse suas nádegas.

Changmin agarrou o rapaz pelos tornozelos e o deixou que apoiasse seus pés contra seu peito. Ele espalhou o lubrificante em seus dois dedos e os penetrou juntos na entrada do rapaz, logo depois de espalhar o gel pela pele sensível do local. Aquilo não mais doía em Kyuhyun, mas ele amava a sensação gelada em seu interior que aos poucos ia se aquecendo com a fricção dos dedos de seu namorado que entravam e saíam. Não demorou muito e a posição começou a incomodar os dois rapazes e logo Kyu segurou o pulso de seu amado para que se afastasse.

Changmin prontamente o obedeceu, fitando Kyu virar-se no sofá, ficando de frente para o encosto do mesmo, com os joelhos apoiados no estofado. O mais alto ficou mais do que satisfeito com a nova posição, uma vez que agora poderia fitar as nádegas arredondadas de pele alva de Kyuhyun. Ele voltou a penetra-lo com os dedos, buscando espaço para seu membro que pulsava em expectativa.

Kyuhyun tornou-se impaciente, e arqueou mais a coluna, empinando as nádegas em direção a Changmin, em um pedido mudo para que ele desse continuidade e tomasse-o para si. O mais alto jamais negaria um pedido tão claro, feito de uma maneira tão erótica. Assim, ele espalhou o que sobrou do lubrificante em seu membro o acariciando por alguns instantes e só então o segurou pela base a fim de guia-lo para o interior do outro.

Changmin ajoelhou-se na poltrona, e agarrou seu namorado pela cintura, colando o corpo ao dele, enquanto posicionava seu membro em sua entrada, escorregadia por conta do lubrificante. Kyuhyun sentiu a glande do outro forçar passagem e seu corpo ficou tenso antes de ceder, o permitindo ir cada vez mais profundamente, ganhando espaço em seu interior. Changmin aproximou o rosto da nuca do rapaz e deixou um ofego úmido se espalhar por ali, sentindo Kyu arrepiar-se abaixo de si.

Changmin não o esperou se acostumar e tratou de começar a se mover, a princípio lentamente, saboreando a sensação de ter seu membro esmagado pelas paredes quentes do interior do corpo alheio. O cheiro da pele de Kyuhyun tão próxima a suas narinas, o inebriavam, e faziam sua pulsação aumentar. Kyuhyun levou a mão à nuca de seu namorado e puxou os cabelos dali, o trazendo contra si, em busca de mais contato.

Os quadris de Changmin rapidamente ganharam ritmo, não se preocupando em sair muito do interior do outro, enquanto sentia suas nádegas macias se pressionarem contra sua virilha. Kyuhyun mantinha a mão pressionada contra a nuca de seu namorado, enquanto a outra tratava de acariciar o próprio membro carente de atenção. A mão livre de Changmin não demorou a unir-se a do outro começando a masturba-lo, no ritmo ditado pelo menor.

O suor começou a escorrer pela pele dos dois rapazes que chocavam os corpos um contra o outro, em movimentos rápidos e pouco coordenados. Changmin temia chegar ao orgasmo antes de seu namorado, por isso vez ou outra se via obrigado a diminuir o ritmo, e recuperar seu fôlego antes de dar continuidade. As pernas de Kyuhyun começaram a enfraquecer e seu peso começou a ficar mais dependente do abraço de Changmin e o mais alto sabia que este era o primeiro sinal de que seu namorado se aproximava do orgasmo.

A mão de Changmin ganhou velocidade sobre o membro do outro, que não fazia questão alguma de impedir que seus gemidos ecoassem por todo apartamento. O nome de Changmin ressonava pela sala em tom rouco e aveludado, carregado de toda excitação que Kyuhyun sentia naquele momento. Changmin se esforçava para alcançar o mais fundo possível no interior de seu namorado que o puxava contra si como podia.

– Changminie… – Chamou Kyuhyun mais uma vez, mas finalmente virando o tronco para fitar seu namorado. – Eu quero mudar, quero sentar.

Changmin apenas meneou a cabeça afirmativamente em resposta e selou os lábios do rapaz para que eles mudassem novamente de posição. Kyuhyun saiu da poltrona dando espaço para que seu namorado se acomodasse ali, para só então poder acomodar-se em seu colo. Kyu deixou seus pés apoiados nos braços da poltrona e suas mãos foram aos ombros de Changmin para finalmente sentar-se encaixado no membro alheio.

Changmin o guiou, segurando firmemente em sua cintura, até que o peso do rapaz estivesse sobre si e seu membro totalmente penetrado no interior do corpo do rapaz. Kyu gostava daquela posição, gostava da profundidade que o membro do rapaz atingia e do fato de poder ver o olhar desejoso de Changmin sobre si. Kyu começou a se mover contra o membro do rapaz, o sentindo se esfregar em seu interior.

As nádegas de Kyuhyun pressionavam o membro de seu namorado que cerrava os dentes e mordia o lábio inferior na tentativa de prender os gemidos em sua garganta. Kyuhyun por sua vez começou a saltar no colo do outro, sentindo seu membro deixar seu interior e voltar a invadi-lo, vez ou outra acertando sua próstata, o que fazia Kyu revirar os olhos e chamar por seu namorado em alto e bom tom.

Assim, Changmin percebeu que não aguentaria por muito mais tempo, e tratou de acariciar o membro de seu namorado, a fim de fazê-lo gozar consigo. Kyuhyun apertava o ombro do mais alto, e vez ou outra puxava seus cabelos negros úmidos com seu suor. Changmin o puxava contra si com firmeza e vez ou outra erguia o quadril em sua direção, aprofundando a investida contra as nádegas do mesmo.

O corpo de Kyuhyun não demorou a voltar a ceder, e seu peso ir mais contra o corpo de Changmin que já estava tenso com o orgasmo iminente. Kyu o abraçou pelo pescoço e colou seus lábios aos do rapaz, que fechou os olhos, parando de se mover para dar atenção a cada sensação que percorria o seu corpo quando ele parou de tentar segurar e liberou seu orgasmo.

Ao mesmo tempo em que uma sensação fria e tensa se espalhava por seu baixo ventre e virilha, seu corpo todo ficava tenso e tremia descontroladamente. Sua respiração ficou ainda mais descompassada, e ele teve que se afastar dos lábios de seu namorado, em busca de grandes golfadas de ar que passavam por seus lábios entreabertos enchiam seus pulmões por pura necessidade. Seu sêmen percorria a veia principal abaixo de seu membro e escorria para fora de si, se espalhando quente e viscoso pelo interior de Kyuhyun.

Kyu pendeu a cabeça para trás e o acompanhou, deixando que os espasmos percorressem seus músculos, e os gemidos escapassem demorados, roucos e altos de seus lábios também entreabertos. Ele manteve o olhar em Changmin, em suas feições, em suas reações, tomando para si o erotismo que emanava de seu namorado e tornava seu próprio orgasmo mais intenso e completo. Finalmente seu sêmen jorrou contra o abdômen de Changmin e finalmente em seus dedos que ainda estavam fechados contra seu membro.

Kyuhyun perdeu as forças e seu corpo caiu desajeitado sobre o de Changmin que ainda repousava na poltrona. Kyu sentia o membro do outro ganhar flacidez e escorregar para fora de seu corpo, seguido pelo sêmen depositado ali. Kyu virou o corpo e se sentou de lado no colo de Changmin, com as pernas apoiadas para fora da poltrona e os braços envoltos contra o pescoço de seu namorado que apenas o fitava demoradamente. Kyu ergueu o rosto e sorriu discreto para ele, o indagando:

– Foi gostoso, Changminie?

Changmin assentiu, roubando um selar de seus lábios antes de voltar a se afastar.

– Eu estava com saudades, disso, da gente. – Afirmou Kyuhyun escondendo o rosto contra a volta do pescoço de seu namorado.

– Eu também, meu príncipe. – Afirmou Changmin com os braços em volta da cintura do mesmo. – Eu amo você.

– Eu também amo você.

Changmin ergueu o olhar e sorriu, seu mais sincero sorriso para Kyuhyun, o que aqueceu e acelerou o coração do menor. Ele saiu do colo do outro rapaz e o segurou pela mão para que o mesmo o seguisse até o quarto, apagando as luzes pelo caminho. Os dois deitaram-se no quarto em completa penumbra e cobriram seus corpos nus com um fino cobertor que os protegeria da queda de temperatura da madrugada.

Changmin já não estava inseguro, enciumado ou chateado com Kyuhyun, assim como o outro rapaz deixara aquele terrível aniversário de namoro no passado, enquanto fazia promessas de um futuro melhor ao lado de seu namorado. Ele não deixaria seus projetos de lado, tampouco negligenciaria os desejos de Changmin como fizera ao longo do ano. Aquele rapaz se esforçava para fazê-lo feliz e Kyu o admitia com carinho.

Changmin adormeceu primeiro, uma vez que a noite no sofá de Jaejoong o deixara exausto e Kyu aproveitou para observar seu namorado adormecido. Ele não se esquecera da noite anterior, quando enraivecido Changmin gritou consigo e socou-lhe o rosto, mas o perdoara e acreditava em todas as suas promessas. E sabia que Changmin também o havia perdoado por seus deslizes, sabia que aquela era sua chance de fazer as coisas funcionarem perfeitamente novamente.

Changmin acabou aprendendo que precisava se expressar, que precisava libertar suas frustrações, pois guarda-las para si apenas o fariam explodir mais tarde, de uma forma nada saudável. Enquanto Kyu aprendeu que seu namorado precisava de atenção e que se apenas quisesse um namoro de fachada, teria escolhido outra pessoa e não alguém por quem ele nutre sentimentos tão profundos e fortes.

Kyu adormeceu finalmente confiante de que Changmin não sairia de seu lado, uma vez que ele não teria feito amor consigo aquela noite se tivesse tais intenções. Apesar de muitas palavras não ditas, presas em entrelinhas que eles leram como se tivessem expostas, aquele não era o momento que seu relacionamento ruiria. Naquele apartamento, eles reconstruiriam os abalados alicerces de seu relacionamento e viveriam como desejavam, como um casal.

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6 pensamentos sobre “Capítulo 42 – Unforgivable?

  1. LINDOOOO
    Sou chorona e adimito…
    Fiquei triste com briga dos dois… Muito mesmo..
    Mas agora estou feliz por saber que eles estão juntos de novo..
    Ai que amorrrrr ^^
    Beijosss esperando o proximo >.<
    *3*

    • Oii Nanny!!
      Aahh eu sei meu anjo, a briga deles foi realmente tensa né?
      Agora sim eles estão juntos novamente, mas os problemas ainda não terminaram, então teremos algumas emoções daqui para frente.
      Enfim, eu fico muito feliz em saber que você está gostando e muito obrigada mesmo por acompanhar!
      Beijos!!

  2. Ahh que gracinhaaa!!! Nem esperava que eles já fossem sair comemorando assim 8D~ Felicidade para todos, muito bem então, huashuahsua!

    Ficou lindo ;o;

    • Oii Cleo!!

      Aahhh sim, eles precisavam se reconciliar e tentar de novo né? Afinal foi uma das poucas brigas que eles tiveram e não dá pra desistir assim. A fic não acaba aqui, então eles ainda terão alguns problemas, mas por enquanto é bom que eles aproveitem a reconciliação!

      Obrigada por acompanhar!
      Bjos!

  3. Muito lindo, você escreve tão bem Unnie.
    Man, eu posso sentir o amor deles, é tão fofo /o/ Tipo, eu sabia que eles não ia ficar brigados por muito tempo, o amor deles é mais forte que isso, palavras bonitas qq
    Me perdoe por ser uma leitora fantasma ate hoje, mas prometo que vou continuar até o ultimo dia, e se eu não comentar acredite não foi por que não quis e sim por que não deu, as vezes meus dias são muito corridos, ai simplesmente não da, tenho que ficar ledo as presas, mas isso não vai me impedir de continuar até o final *-* E espero que vá alem do cap 46 ou esse vai ser o ultimo? por favor diga que não Ç_Ç
    Pra mim a briga deles foi ótima, eu senti o clima tenso, quando um acertou o outro, doeu em mim, e eu gosto quando uma fic me faz fazer eu me sentir assim, isso prova que o autor sabe transmitir bem as emoções, e isso acontece com você, realmente gostei muito da sua escrita, queria poder ter comentado antes, assim você teria lido as minhas reações, e aguentado as minhas pertubações, que não são poucas U_U Hyuk é um belíssimo Hyung *em todos os sentidos hihi* ele é muito nadele, mas quando é pra fazer alguma coisa é de arrazar e o Hae é um lindo que me faz querer guarda-lo em um potinho *o*
    Lemon, essa história deu em Lemon ♪ LOL
    AIGOOOOO!
    Quase morri de tanto chorar na parte que o Changmim falou “Faz ideia de que fazer esse macarrão com salsicha foi a primeira coisa que você fez por mim esse ano?” você quer o que? que saia lagrimas ate pelos meus tímpanos? QQQQ
    Eu amo o Siwon, mas sinceramente não vejo a hora dele sair da vida deles u_u
    Sei lá, o Siwon poderia encontrar alguém que o faça desistir do Kyu, assim ele também seria feliz e poderia virar amigo, talvez, do Chang.
    Enfim… Até o próximos cap Unnie ~ Fighting ! *-*

    • Oii Cherry!!
      Aahh meu anjo, eu fico feliz que você tenha gostado!
      Siiimm, eles não ficaram bravos por muito tempo mesmo, mas é porque também essa é a primeira briga realmente séria deles e não dava pra eles largarem tudo o que construíram assim né? Por isso eles merecem uma segunda chance, mesmo que seja para errarem novamente em algumas coisas e acertarem em outras.
      Ah, não se preocupe com a quantidade de comentários, eu já fico muito satisfeita em saber que você está gostando e agradeço desde já o seu carinho e paciência.
      Aahh a briga deles foi realmente tensa e confesso que eu mesma chorei enquanto escrevia. E eu fico feliz que você tenha gostado dela! Gostado não é bem a palavra, mas enfim, da descrição dela! Aahh não se preocupe, eu adorei esse seu review e estou me divertindo muito respondendo ele.
      Siiimmm o Hyukie é mesmo um fofo, ele é mesmo mais na dele, mas sabe o que dizer na hora certa para as pessoas certas! E é a verdade né? O Kyu não se dedicou ao Changminie e por isso chegou a este ponto! Aah e é claro, um lemonzinho não faz mal a niguém né? <333
      O Siwon vai ter alguém, só não vai ser agora! xD
      Enfim, obrigada por acompanhar!
      Bjoos!

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