Capítulo 02: Posições.

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A colher tilintou ao bater contra as paredes da xícara de porcelana, enquanto o liquido de cor marrom claro girava em um espiral. O cheiro delicioso do café com leite adentrou pelas narinas de Junsu, que acrescentou mais uma colher de açúcar à xícara e voltou a mexê-la, fitando nada. Ele ainda trajava roupas confortáveis, seus cabelos estavam despenteados, ajeitados apenas por seus dedos para que não caíssem sobre seus olhos. Ele ainda estava preguiçoso e esperava que aquela bebida quente desse ânimo para acordar seu namorado que dormia um sono pesado quando ele deixou o quarto.

A noite anterior havia sido muito confusa e conturbada, e naquela manhã ele tentava não pensar em tal assunto, enquanto seu raciocínio não estivesse rápido o suficiente. Ele bebericou de sua xícara e se afastou ao perceber que estava quente demais. Junsu se jogou contra o encosto da cadeira e elevou as mãos, alongando as costas a fim de espantar a preguiça. Finalmente, depois de assoprar por alguns minutos, ele finalmente começou a beber de seu café.

Foi quando seu ouvido captou alguma movimentação em sua casa, e apesar de curioso, ele não fez menção de se levantar dali. Quem quer que tivesse acordado primeiro logo também estaria na cozinha em busca de um desjejum. Assim, Junsu apenas esperou, sentindo a bebida quente revigorar seu corpo e começar a acorda-lo. Quando se considerou devidamente desperto, ele se levantou e tratou de arrumar a mesa com a deliciosa torta que Changmin comprara no dia anterior. Ele colocou a mesma no centro e roubou um dos morangos do topo, se recostando ao balcão para saborear a apetitosa fruta.

Ele ainda mordia pedaços pequenos do morango quando Changmin apareceu à porta. Ele também tinha os cabelos emaranhados e seu hálito tinha um cheiro mentolado de dentes bem escovados. Junsu sorriu a ele e o chamou com um gesto para que o rapaz se acomodasse à mesa e assim ele o fez. O mais novo estava constrangido e ainda não sabia como agir diante do rapaz. Eles haviam se beijado na noite anterior, e depois Changmin ainda havia avançado sobre o namorado de seu hyung. Eram muitas infrações para uma única noite.

Junsu terminou seu morango e se sentou ao lado do mais novo, tratando de cortar um pedaço de torta para ele. Estranhamente o mais velho não se sentia mal, talvez por estar em sua própria casa e ter seu namorado o apoiando em todas as situações, ao contrário do acuado Changmin. Assim que o serviu do doce o rapaz começou a comer, sem fitar Junsu que sorria com o canto dos lábios, tentando ser compreensivo com as reações do mesmo. Sem ter atenção, ele acariciou os cabelos do rapaz que se sobressaltou e finalmente desviou o olhar a ele.

– Dormiu bem, Changminie?

– Dormi sim, hyung. – Respondeu Changmin. – Olha, sobre ontem a noite…

– Vamos falar disso quando o Chunnie acordar, tudo bem? – Interrompeu Junsu. – A torta é gostosa?

– É sim, hyung. – Disse Changmin aproximando seu próprio garfo dos lábios de Junsu para os quais ele olhava fixamente. Ao perceber, o mais velho sorriu discreto e depois os entreabriu para receber o doce.

– Está uma delícia, Changminie. – Concluiu Junsu, recebendo o primeiro sorriso da manhã vindo do rapaz. – Pode pegar mais um pedaço enquanto eu vou acordar o Chunnie.

– Já? Por que não deixa ele dormir mais um pouquinho?

– Porque eu quero que ele me ajude com o almoço. – Afirmou Junsu. – E porque nós três precisamos conversar.

Changmin finalmente assentiu e Junsu deixou um beijo em seu rosto antes de se levantar e deixa-lo sozinho saboreando a torta. Ele seguiu corredor adentro até seu quarto, onde encontrou Yoochun tateando a cama preguiçosamente em busca de seu corpo. Junsu riu discreto, enquanto seu namorado abria os olhos e o percorria pelo quarto até encontra-lo parado à porta. Micky sorriu preguiçosamente e o chamou com um aceno para eu seu namorado se unisse a ele na cama.

Junsu não resistiu e se arrastou até a cama, deitando-se ao lado de seu namorado e deixando beijos em seu rosto e pescoço. Micky virou-se na cama e o agarrou pela cintura, deixando o rosto pressionar o tórax do outro, pronto para voltar a dormir pelas próximas horas, o que Junsu não estava disposto a deixar acontecer. Ele voltou a beijar o rosto de seu namorado e recostou os lábios ao seu ouvido, dizendo baixinho:

– Acorda dorminhoco.

– Só mais duas horinhas. – Reclamou Yoochun desviando seu rosto para que se escondesse contra o pescoço de seu namorado.

– De jeito nenhum, trate de acordar. – Disse Junsu entre risos. – Tem torta para o café da manhã, lembra?

– Torta?

– E está uma delícia, você não quer provar?

– Por que você não me traz aqui?

– Como é que é?

– Aproveita e vem pelado!

– Mas como você é abusado, Yoochun!! – Ralhou Junsu, ouvindo a risada do outro que o apertou mais em seu abraço.

– Está bem, só me deixe ir ao banheiro antes. – Afirmou Micky, deixando um beijo no pescoço de seu amado para finalmente se levantar.

Junsu sentou-se na cama e o esperou por poucos minutos até que seu amado saísse já com os dentes escovados e os cabelos penteados. Ele selou os lábios de Junsu que não resistiu e roubou mais alguns beijos daquela boca que tanto gostava. Eles se abraçaram demoradamente e Micky segurou a mão do outro enquanto o guiava em direção á cozinha, percebendo o quarto de hóspedes vazio no caminho.

– O Changminie já acordou?

– Sim, eu deixei ele comendo torta na cozinha. – Explicou Junsu.

– Espero que ainda tenha sobrado torta pra mim. – Riu-se Yoochun, finalmente chegando à cozinha, enquanto Changmin cortava seu terceiro pedaço de doce. – Bom dia, Changminie.

– Ah, bom dia, hyung. – Desejou Changmin, limpando os lábios com as costas da mão. – Eu pedi para o Junsu-hyung te deixar dormir mais um pouquinho, mas ele não quis.

– Está tudo bem, eu estou com fome mesmo. – Afirmou Yoochun sentando-se de frente para seu amigo e cortando um pedaço da torta para si e outro para Junsu. – Nós precisamos conversar, certo, Changminie?

– Certo, hyung. – Afirmou Changmin. – Sobre ontem a noite eu…

– Sabe, acho que tem algo que você deveria saber. – Interrompeu Yoochun, comendo um pedaço de morango. – Se você agarrar meu namorado de novo, eu te escalpelo. Você não tinha a minha permissão pra beijar ele e isso é inadmissível, Changmin.

– Me perdoe, hyung, eu não vou m…

– Então nós podemos ir ao próximo tópico. – Desta vez quem interrompeu fora Junsu. – Eu quero uma boa explicação do que se passou na sua cabeça, Changmin, sem rodeios.

– Não me passou nada em especial, hyung. Como eu já contei, eu fiquei um ano sem beijar ninguém e de repente, o Junsu-hyung estava muito perto.

– E depois? E eu? – Indagou Yoochun.

– Eu não queria que você pensasse que o Junsu-hyung tinha alguma culpa, ou que eu nutria sentimentos por ele. – Explicou Changmin. – E porque eu já tinha beijado o Junsu-hyung e queria um beijo seu também. Eu não achei que você iria me perdoar, então eu tirei proveito da situação que eu mesmo criei.

– Tirou proveito? – Indagou Yoochun. – Eu só não soco a sua cara porque também tirei proveito.

Changmin riu soprado, sem jeito com o comentário de seu amigo. Junsu e Yoochun se olharam com um sorriso discreto no rosto e olhares cúmplices. Changmin estava pronto para se desculpar mais uma vez quando Junsu se manifestou.

– Se nós vamos fazer isso, Changminie, tem algumas coisas que você deveria saber.

– Fazer… fazer o que, hyung?

– Você sabe, Changmin. – Disse Junsu. – E a primeira delas, é que você não pode me beijar sem a autorização do Chunnie e tampouco beijar ele sem a minha autorização.

– Hyung… quer dizer que…

– Você entendeu, certo, Changmin? – Indagou Yoochun para o rapaz que os fitava com ar estupefato. – E isso só pode acontecer quando nós dois estivermos presentes, juntos, separados não.

– Tudo bem, hyung. – Disse Changmin sentindo um frio na barriga e olhando de um para outro. – Olha, vocês não precisam ir além, nós podemos continuar fingindo que nada aconteceu.

– A questão é que nós queremos fazer. – Afirmou Junsu. – Você não?

– Hyung, tem como isso dar certo?

– Como poderia dar errado? Só se você se apaixonar, o que não é a nossa intenção.

– Nem a minha! – Defendeu Changmin. – Não é nada sentimental, hyung, eu não fiz isso porque estou apaixonado, fiz porque tive vontade.

– E agora nós queremos mais, porque ficamos com vontade. – Explicou Junsu.

– Mas… agora? – Indagou Changmin olhando de um para outro.

– Não, Changminie, quando rolar um clima. – Afirmou Micky, terminando seu pedaço de torta. – Ou você tá sentindo algum clima agora?

– Não, hyung. – Disse Changmin entre risos. – Só estou surpreso, só isso.

– Então estamos resolvidos. – Afirmou Junsu.

– Ótimo! – Celebrou Yoochun. – Porque nós estamos perdendo aquele programa de domingo de manhã!

“Eu tinha esquecido!” E com isso, Changmin e Yoochun correram para a sala, deixando Junsu aos risos na cozinha. Fora uma conversa estranha, cheias de entrelinhas, mas qual conversa com Changmin era realmente plena? Certamente essas entrelinhas seriam resolvidas aos poucos, e por enquanto, ele não estava preocupado. Pelo contrário, estava mais do que satisfeito com as reações tanto de Changmin quanto de seu namorado. Era bom se jogar em uma aventura segura pra variar.

Junsu declinou o convite para juntar-se aos dois na sala e tratou de começar a arrumar sua cozinha que estava bagunçada devido ao desjejum. Os dois rapazes se acomodaram no sofá e se perderam pela meia hora seguinte em um programa humorístico, e quando este terminou, começou um programa informativo sobre esportes, ao qual Junsu decidiu acompanhar. Changmin deixou-se acomodar em uma poltrona separada, para que o rapaz pudesse deitar-se no colo de Yoochun, apoiando a cabeça em suas coxas.

Changmin não se demorou a se pegar observando o concentrado casal. Afinal, com o que exatamente ele havia concordado naquela manhã? Ele estava agora em um relacionamento com os dois, ou era algo mais oportunista? Seria ele próprio o grande oportunista daquele caso? Changmin não conseguia entender quais seriam seus limites e por que a reação de seus hyung-dul não fora mais enérgica. Ele se punia mentalmente pelo que fizera, ao mesmo tempo em que a perspectiva de algo novo o deixava ansioso.

Era o que ele queria antes, era algo novo, espontâneo e sem preconceitos. E acima de tudo, eram pessoas que ele confiava, pessoas interessantes e nada fúteis. Mas como explicar o que ele sentia pelos dois rapazes? Ou o que eles sentiam por ele? Changmin então sentiu essa necessidade de concretizar seus sentimentos e dar nomes a eles. Foi quando Yoochun flagrou seu olhar perdido sobre si e seu namorado e sorriu ao mais novo.

– Hyung, você me acha atraente? – Indagou Changmin.

– Atraente? Aonde quer chegar com isso, Changminie?

– Só responde, hyung. – Insistiu Changmin.

– O que você quer, Changminie? – Indagou Junsu. – O que se passa nessa sua cabecinha?

– Eu sei porque eu beijei vocês. – Disse Changmin escorregando o corpo na poltrona, retribuindo finalmente o sorriso de Micky. – Só queria saber porque eu fui tão bem retribuído.

– Changminie, nós beijamos você porque somos dois babacas impulsivos e porque colocar carne nova no relacionamento pode melhorar as coisas.

– Carne nova? – Riu-se Junsu, finalmente se sentando na poltrona e sendo prontamente abraçado por seu namorado.. – Não fale assim dele, ele vai se sentir uma vadia.

– Mas ele é a nossa vadia, então é especial – Argumentou Yoochun.

– Ainda não explica porque eu fui retribuído.

– Porque deu vontade. – Explicou Junsu. – Não foi por isso que você beijou nós dois?

– Foi sim, hyung. – Disse Changmin pensativo, pouco satisfeito com a resposta evasiva dos dois rapazes.

– Então, Changminie, qual de nós beija melhor? – Indagou Yoochun, mudando de assunto.

– E não me venha com aquela resposta pronta de “ah, eu gostei dos dois!”.  – Intimou Junsu.

– Mas eu gostei dos dois! – Argumentou Changmin, recostando mais a cabeça ao encosto da poltrona. – Vocês dois tem beijos diferentes, sabe?

– Diferentes como?

– O beijo do Junsu-hyung é doce e macio. – Disse Changmin fechando os olhos enquanto buscava as palavras certas. – É quase como morder uma pera, é úmido, suculento e derrete na boca em pequenos cristais de açúcar.

Changmin lambeu o lábio inferior, sem ver Yoochun menear a cabeça afirmativamente, concordando plenamente com o que ele dizia. O mais novo respirou fundo e os dois rapazes deram mais atenção ao que viria a seguir.

– O do Chunnie-hyung é diferente, vem acompanhado de toques, sons. – Afirmou Changmin. – É como um gole muito rápido de vinho,  porque também é doce, mas não suave e sim, forte. Me deixou tonto, inebriado e por alguns instantes eu me perdi nas minhas vontades, sem força de vontade pra me repreender.

– E quais vontades eram essas? – Indagou Yoochun, apertando Junsu contra seu corpo contra o próprio.

– Nem eu sei explicar. Coisas que eu não sentia antes, com nenhum outro homem. Não é um sentimento propriamente dito, só desejo, vocês entendem?

– Perfeitamente, Changminie. – Afirmou Junsu. – Por que você não senta aqui com a gente?

– Sentar aí por que? – Indagou Changmin.

– Pare logo com essas perguntas bobas e venha sentar logo aqui! – Disse Yoochun, puxando seu namorado mais para próximo de si para abrir espaço para seu amigo.

– Come here baby!

Ao ouvir Junsu usar sua frase de efeito, Yoochun riu, deixando um beijo discreto no rosto de feições angelicais. Changmin os fitou demoradamente, e percebeu pelas feições dos dois rapazes que eles não responderiam mais a nenhuma pergunta sua, por mais que elas gritassem em seu peito. Ele sentia um frio na barriga e estava brevemente ofegante com a expectativa do que estava por vir e sabia que era algo delicioso.

Changmin levantou-se e se sentou lentamente ao lado de Junsu que ainda tinha seu corpo preso ao de seu namorado. Ele estava tenso, tinha a pele arrepiada e o ar saia pesado de seus pulmões em expectativa. Aqueles dois não faziam ideia de quantos efeitos faziam nele. Se soubessem, talvez não o fitassem de maneira tão lasciva, talvez não se permitissem exalar uma aura tão sensual pelos poros de sua pele. Changmin lambeu o lábio inferior e seu corpo se enrijeceu quando Junsu se moveu.

Yoochun soltou o abraço e fitou seu namorado se aproximar do outro rapaz, que a princípio parecia pronto para fugir dele. Junsu deixou uma carícia na pele macia do rosto do mais alto, e depois levou sua mão aos cabelos deste, esperando que este relaxasse. Changmin baixou o rosto e deixou seu olhar percorrer as pernas do mais velho, o sentindo se aproximar mais e o envolver pelos ombros. Junsu virou o rosto para seu namorado que sorriu e assentiu. Yoochun concordou com tais carícias, esperando à espreita por sua vez.

Changmin deixou o outro se aproximar de si, e sentiu os lábios tenros do rapaz recostarem em seu rosto, deixando ali um selar estalado. Junsu sentia o rapaz aos poucos ceder ao seu abraço, sentia a respiração pesada deste se acalmar, e suas mãos discretamente se aproximarem, ainda sem toca-lo. Outro beijo, desta vez perfeitamente depositado na linha de seu maxilar, o pescoço moreno do rapaz parecia chamar por seus lábios, mas não cederia ainda a este capricho, não antes de provar novamente de seus lábios.

Junsu então delicadamente o empurrou para que o rapaz sentasse novamente com as costas apoiadas no sofá. Uma das pernas do mais velho passou sobre o colo de Changmin e ele finalmente acomodou suas nádegas fartas ali. Changmin sentiu o peso do mais velho sobre si e um arrepio percorreu sua coluna, ele não queria ficar excitado, não tinha tal permissão, no entanto, aquelas nádegas tão próximas a sua virilha era muito para seu psicológico.

Junsu aproximou o rosto do seu e deixou a ponta de seu nariz brincar com o do rapaz, que moveu o rosto sutilmente, apenas para acompanhar seu movimento. Seus olhares não se encontravam, uma vez que estavam fixos um nos lábios do outro, tão macios, úmidos e apetitosos. Changmin sentiu o hálito fresco do rapaz invadir sua boca, dando uma premissa do que seria seu beijo, aguçando seus sentidos.

“Beija”.

A voz de Yoochun se fez presente em um tom imperativo, que fez suas pálpebras pesarem, enquanto esperava pela ação que mais uma vez viria de Junsu. O rapaz sorriu malicioso e ele selou os lábios do outro, finalmente escorregando sua língua para fora da boca, e passando a ponta pelos lábios de Changmin, os umedecendo com sua saliva. Changmin inspirou profundamente, e finalmente Junsu o beijou. Seus lábios se encontraram e o mais velho sugou sua língua para dentro da boca.

Changmin deixou suas mãos se apoiarem na cintura do rapaz, por mais que desejasse tocar-lhe as nádegas, temia ser repreendido pelo rapaz que atentamente os observava. Changmin se impôs, e o agarrou com firmeza, com sua língua escorregando por toda extensão da boca do outro, o saboreando. A franja fina de Junsu tocava sua face, fazendo cócegas em sua pele. Os braços de Junsu o agarraram pelo pescoço, e os dois suspiraram pesadamente. Changmin sugava os lábios do outro, como se quisesse tirar-lhe o fôlego.

E ele conseguiu, Junsu cortou o beijo bruscamente, respirando pesadamente, enquanto os lábios de Changmin exploravam a pele morna e quente de seu pescoço. O mais novo estava afoito, queria mais dos sabores e sensações que o corpo do rapaz poderia oferecer-lhe. Não demorou para ele ouvir discretamente a risada de Junsu, ganhando volume aos poucos até chamar a atenção de Yoochun que ainda os observava. Changmin afastou o rosto de seu pescoço para descobrir o que Junsu achara tão engraçado.

– Já está excitado, Changminie?

Foi a vez de o Yoochun rir, de forma discreta. O volume nas calças de Changmin estava visível, e o tecido na região de sua virilha estava esticado, deixando-o ainda mais evidente. Ele estava tão confortável sob as nádegas macias de Junsu, que apenas se permitiu levar pela situação, sem imaginar que o rapaz também perceberia. Seu rosto corou e ele se remexeu desconcertado com a risada dos dois rapazes que se divertiam com sua fraqueza, afinal, ele os considerava uma fraqueza.

Assim como quando começou seu relacionamento com Kyuhyun, Changmin não conseguia controlar seus instintos quando beijava os dois rapazes. Era como despertar algo irreconhecível e incontrolável nele. E ele sabia que não ficaria satisfeito com somente os beijos de Junsu, ele queria os de Yoochun. Como se lesse seus pensamentos, Junsu saiu de seu colo, e Micky se aproximou. Um sorriso brincava no canto dos lábios do mais velho, enquanto aos poucos suas mãos habilidosas iam tomando a pele de Changmin.

Seu membro latejava, pedia por atenção, ao contrário dos dois mais velhos que faziam tudo com muita calma, sem pressa alguma para que aquilo terminasse. No entanto, ao contrário do que ele imaginou, Yoochun não sentou em seu colo, mas o puxou pela cintura para que ele virasse de frente. Quando Changmin estava devidamente posicionado, Yoochun apoiou ambas as mãos em seu joelho e os afastou, deixando o corpo de Changmin tenso com o movimento. O mais velho se posicionou entre suas pernas e deixou seus lábios colarem aos do outro rapaz que prontamente o retribuiu.

Enquanto sua língua brigava contra a do outro rapaz, que tinha aquele sabor tão peculiar, Yoochun ganhou espaço, pendendo seu peso contra o do outro, o dominando sutilmente e com sucesso. Quando Changmin se deu conta, estava deitado no sofá de forma desconfortável, Micky estava entre suas pernas, pressionando deliciosamente o volume de suas calças com sua coxa. Os lábios de Yoochun exploravam seu pescoço sem pressa, deixando sua respiração escorrer morna por ali.

Junsu estava sobre a poltrona, com as pernas elegantemente cruzadas e uma maçã já mordida em sua mão. Ele os observava como se fossem sua presa, e pela primeira vez, Changmin se deu conta que não eram seus desejos que controlavam a situação, e sim, os dois mais velhos, o usando em seu território. Yoochun posicionou suas mãos embaixo das coxas do rapaz e as ergueu, dando pela primeira vez acesso às nádegas do rapaz. Changmin ainda estava vestido, mas nunca se sentira tão vulnerável e exposto.

Changmin se moveu incomodado, ele queria se livrar daquela posição, queria tomar o controle que antes conseguia com tanta facilidade. No entanto, Yoochun foi mais rápido, e tocou em seu ponto mais sensível. A mão do mais velho agarrou seu membro com firmeza e destreza, e Changmin agarrou a camisa do outro, amassando o tecido com seus punhos. Yoochun sorriu lascivo, olhando para Junsu que ainda os observava, saboreando sua maçã, fitando cada ação de seu namorado sob o outro rapaz. Yoochun começou a massageá-lo lentamente, o sentindo pulsar por baixo dos tecidos.

Changmin estava constrangido com sua posição tão submissa, mas com tais carícias, não conseguiria brigar com o outro rapaz por uma troca. Assim, ele apenas cobriu o rosto, envergonhado de sua fraqueza. As mãos habilidosas de Yoochun não davam descanso, e o rapaz parecia saber onde ele queria chegar. Yoochun sabia que era perda de tempo começar algo mais intenso com Changmin, talvez até mesmo tirar as roupas dele, seria um desperdício. Changmin não aguentaria muito mais, e Yoochun sabia como aquele rapaz estava sensível.

Ele precisava ser preparado, precisava perceber que, por mais que a ideia tenha partido dele, eram Yoochun e Junsu quem estavam no comando e as regras a serem seguidas seriam as deles. Seriam os dois rapazes que decidiriam quando eles chegariam aos devidos fins.  No entanto, eles haviam excitado o sensível Changmin, e não o deixariam sozinho. Yoochun continuou acariciando-o por cima das calças, o observando remexer os quadris de acordo com os movimentos de sua mão.

Changmin queria mais proximidade com Yoochun, então ergueu-se até se sentar, ainda com as pernas contornando a cintura do mais velho. No entanto, Micky não entendeu sua intenção e o puxou pela cintura para que ele se acomodasse em seu colo, e pela primeira vez, Changmin sentiu a virilha de outro homem tão próxima às suas nádegas. Aquilo o sobressaltou, pois a semi-ereção de Micky parecia se encaixar perfeitamente em seu corpo por baixo das roupas, e logo ele tentou se afastar. Yoochun o prendeu pela cintura com a mão livre, enquanto a outra continuava a masturba-lo por cima das roupas. Changmin se debateu para se livrar daquele abraço possessivo, e conseguiu se afastar, no entanto, quando ele acreditou estar livre, o peso de Junsu afundou o estofado.

O mais velho o agarrou pela cintura e colou o corpo ao dele, e desta vez ele sentiu o membro de Junsu em suas nádegas. Não havia mais o que fazer, aqueles braços fortes o dominaram e a medida que seu orgasmo se aproximava, ele perdia as forças para se debater contra os dois mais velhos. Changmin escondeu seu rosto contra o ombro de Yoochun, sem saber que o casal se entreolhava com ares de cumplicidade. Eles se entendiam, e amavam a situação na qual se encontravam. Junsu escorregou sua mão por baixo da camisa de Changmin e arranhou suas costas de cima a baixo, ouvindo o rapaz arfar em resposta.

Então ele escorregou a mão e a ponta de seu dedo alcançou o mamilo do rapaz, o fitando arquear o corpo em resposta ao seu toque em uma região tão sensível. Changmin não queria terminar ali, não de forma tão egoísta, mas ao mesmo tempo, ele sabia que não ia longe. Seu orgasmo se aproximou, rápido, forte e sem que ele pudesse ter controle algum controle de suas reações. Assim, Changmin gozou contra suas roupas íntimas, ouvindo a risada gostosa de Yoochun, o que o deixou ainda mais constrangido.

Sem sêmen escorria sem controle algum, e em uma quantidade à qual ele não estava habituado. A mancha úmida transpassou sua roupa íntima, e ficou visível em seu pijama, assim como na mão de Yoochun que o segurava com firmeza. Fora um orgasmo sôfrego, sua respiração estava descompassada, assim como as batidas de seu coração. Ele precisava daquilo, precisava daqueles toques, e amou a forma como os dois rapazes o fizeram, por mais que ainda não gostasse da maneira dominante que eles utilizavam.

Changmin deixou seu peso recair sobre Junsu que o abraçou e acariciava seus cabelos para que ele se acalmasse. Seu corpo estava suado e as roupas incômodas, amarrotadas por conta de seus movimentos, grudavam em sua pele, fazendo com que o rapaz desejasse retira-las de uma vez. Yoochun pendeu o corpo sobre o seu e deixou selares carinhosos em seu rosto, fazendo-o perceber que os dois queriam que ele se acalmasse. E ele prontamente os obedeceu, se deixando ficar ali até que sua respiração se acalmasse e o silêncio voltasse a reinar entre eles.

Em certo momento, Changmin estava tão calmo que suas roupas não mais incomodavam e ele apenas desejava adormecer nos braços dos dois rapazes. Ele demorou a perceber que Yoochun não mais pendia o corpo contra ele, mas havia se sentado no braço do sofá e trocava um beijo demorado e molhado com seu namorado.  Changmin se afastou dos braços de Junsu para observa-los melhor, e a primeira coisa que constatou, fora como o beijo dos dois rapazes era mais intenso quando eles estavam juntos.

Changmin não os invejou, afinal já tivera muito de seus amigos para um domingo de manhã. Eles demoraram a perceber que estavam sendo observados, e assim que viram o olhar de Changmin, Junsu escondeu o rosto contra seu namorado que sorriu para o mais novo. Junsu então escorregou seu rosto e cochichou algo no ouvido de seu amado, que Changmin não pôde entender. Micky desviou o olhar para o mais novo e acariciou seu rosto com as pontas dos dedos, antes de verbalizar o desejo de seu amado:

– O Junsu quer tomar um banho, por que você não vem também?

– Um banho? Nós três?

– Vai ficar tímido agora, Changminie?

– Não é isso, hyung! – Disse Changmin olhando para a mancha úmida em suas calças, com ar pensativo.

– Anda, você precisa de um banho.

E com essa intimação, Yoochun levantou-se do sofá e puxou seu namorado pela mão para que ele seguisse. Changmin os fitava com ar duvidoso, enquanto via os dois seguindo de mãos dadas até o banheiro, retirando um a camisa do outro e deixando as peças no meio do caminho. Changmin ainda permaneceu no sofá por alguns instantes, até ouvir o chuveiro ser ligado. Ele suspirou pesadamente e se dirigiu ao cômodo, procurando pelos dois rapazes. Pelo caminho, as roupas foram deixadas uma a uma, sendo que suas cuecas estavam no piso do banheiro.

A porta do cômodo estava aberta e Changmin viu os dois rapazes nus dentro do box que estava fechado. Por trás do vidro embaçado ele via Yoochun abraçado às costas de Junsu que esfregava um sabonete em suas mãos. Eles não demoraram a perceber o mais novo ali, e logo a voz de Micky se fez presente, mais uma vez em tom autoritário. “Feche a porta, Changminie” e Junsu abriu o box, para que o mais novo se unisse a eles.  Changmin o obedeceu e depois tratou de retirar suas próprias roupas, virando-se de costas para retirar as calças e a roupa íntima, usando a mesma para limpar o excesso de sêmen em seu membro.

– Que bundinha linda, hein?

A voz de Micky seguida da risada de Junsu o sobressaltou, fazendo o rapaz virar-se de frente e cobrir suas nádegas com uma das mãos. Ele não os queria interessados naquela parte de seu corpo, e não sabia como deixar isso mais claro para os dois rapazes. Yoochun cortou o abraço com Junsu que começou a se lavar e estendeu a mão ao mais novo que a aceitou, ainda atento para não virar de costas para nenhum dos dois. Depois de passar o sabonete para Changmin, Junsu riu do esforço do rapaz de se manter contra a parede.  Yoochun se posicionou atrás de seu namorado e derramou shampoo sobre os cabelos do mesmo, o lavando sem pressa, enquanto o rapaz observava Changmin se banhando.

– Changminie, me responde uma coisa. – Disse Junsu. – Como era a sua vida com o Kyuhyunie? Assim, em relação ao sexo?

– Era boa, hyung, ele era bom nisso.

– E você era sempre o ativo? – Indagou Junsu.

– Era sim, hyung. – Disse Changmin, olhando desconfiado para o mais velho.

– E vocês nunca trocaram de posição? – Indagou Micky.

– Claro que não! – Defendeu Changmin. – Por que? Vocês trocam?

– As vezes. – Confessou Yoochun. – Pra sair da rotina.

– Sabe, Changminie, trocar de posição uma vez ou outra é legal. – Afirmou Junsu. – Experimentar coisas novas.

– Hyung, eu…

– Espera um minuto. – Constatou Yoochun. – Então a sua bunda é virgem?

– Chunnie! – Reclamou Junsu. – Assim você deixa ele constrangido.

– Fala sério, Changminie, você nunca trocou de posição? – Indagou Yoochun. – Nem deixou ele colocar um dedinho ou algo assim?

– Eu já disse que não, hyung! – Ralhou Changmin. – E nem quero trocar, não gosto disso.

– Como você sabe que não gosta se nunca experimentou? – Indagou Junsu, se enfiando embaixo do chuveiro para tirar a espuma de seus cabelos, enquanto Yoochun se banhava.

– Vocês não vão me convencer, nem adianta! – Teimou Changmin se posicionando de frente para Junsu, a fim de dividir o chuveiro com ele.

– Mas nós nem começamos ainda. – Ameaçou Yoochun passando a mão espalmada pelas nádegas do mais alto antes de também dividir o chuveiro com os dois rapazes.

Changmin revirou os olhos e deixou um beijo nos lábios de cada um dos rapazes e deixou-os sozinhos no chuveiro. No quarto de hóspedes ele ainda enxugou a água do corpo e trocou de roupas, por outras também confortáveis.  Ele caminhou pela casa que continuava bagunçada e encontrou o casal no quarto, trajando apenas roupões, deitados sobre a cama, deixando carícias discretas, um sobre o outro.

Logo que o viu, Junsu o chamou com um sinal de mão e Changmin, sorrindo adentrou o quarto e se sentou na beirada da cama. Yoochun o puxou pela manga para que o rapaz se deitasse ali com eles, e assim, o mais novo se acomodou, deixando Micky entre eles, sentindo o cheiro fresco do banho recém-tomado dos dois rapazes. O mais novo acomodou a cabeça no ombro de Yoochun que o abraçou pela cintura, enquanto Junsu segurava sua mão delicadamente.

– Está com sono, Changminie?

– Com preguiça, na verdade. – Explicou Changmin.

–  Changminie, por que você nunca trocou de posição com o Kyu? – Indagou Yoochun. – Sabe, é normal casais trocarem as posições.

– Hyung, eu já disse que não gosto.

– Ele nunca pediu, não é? – Indagou Junsu. – Chunnie, o Kyuhyun nasceu pra ser passivo.

– Ele já pediu sim, uma vez. – Disse Changmin.

– Só uma vez? – Indagou Yoochun. – Acho que ele não queria mesmo.

– Por que, hyung?

– Porque se ele quisesse como eu quero, teria insistido.

– Quer tanto assim? – Indagou Junsu.

– Você não?

– Você sabe que a minha praia é outra, não é, Chunnie? – Disse Junsu, sorrindo sugestivo.

– E se eu não deixar? – Brincou Yoochun.

– Aí nada de rabo do Changminie pra você! – Reclamou Junsu, vendo Yoochun rir e Changmin indignar-se.

– Vocês vão ficar negociando o meu bumbum na minha frente?

– Você disse bumbum? – Indagou Yoochun, entre risos.

– Ah, Changmin, como você é fofo! Agora até eu quero uma lasca do seu bumbum. – Riu-se Junsu.

– Parem, vocês dois!

Changmin fez menção de se levantar, ele sairia do quarto, até que o assunto vigente não fosse aquela mudança de posições que ele tanto repudiava. No entanto, Micky foi mais rápido e o abraçou pela cintura, o puxando contra si. A princípio o mais novo se debateu, mas logo Junsu uniu-se a eles e sentou-se em seu colo, segurando suas mãos. Ele estava imobilizado e temia o que viria a seguir. Foi quando ele percebeu que talvez tivesse provocado as pessoas erradas. Yoochun o puxou até que ele se sentasse entre suas pernas, e tratou de acariciar seus cabelos para que ele se acalmasse.

Changmin queria argumentar, buscava em sua mente motivos para que os rapazes não fizessem aquilo com ele, além de sua masculinidade e orgulho feridos. No entanto, sua mente continuava gritando que tudo aquilo era culpa dele, logo, ele deveria aguentar as consequências. O que ele não sabia, era que Micky e Junsu jamais fariam nada que o machucassem, ou que ele não fosse gostar. Era a maneira um tanto sádica do casal de testar seus limites, e Changmin aos poucos cedia aos encantos dos dois rapazes.

Quando Changmin parou de se debater, Junsu se afastou e Yoochun tomou o controle da situação. Ele delicadamente guiou Changmin para que ele se deitasse confortavelmente sobre os travesseiros fofos de sua cama de casal. Junsu deitou-se ao seu lado, o observando intensamente, como se lesse sua mente e tentasse invadi-la para acalma-lo. Micky deitou-se por cima dele, e deixou que seu peso delicadamente se acomodasse sobre o corpo esguio do rapaz mais novo.

Changmin o fitou um tanto assustado e desconcertado. Não sabia o que esperar de seu amigo, ou quão longe este iria. Micky selou seus lábios, um beijo discreto, estalado e é claro, carinhoso. Changmin acariciou o rosto do mais velho o fitando demoradamente, percebendo seu olhar desejoso. Ele queria o corpo do mais novo, desejava toma-lo para si, e era aprovado em seu desejo por seu namorado. Apenas faltava argumentar com o mais novo, precisava também de sua aceitação.

– Changminie, eu já te ensinei muita coisas, certo? – Começou Yoochun, vendo o rapaz assentir, ainda com ar duvidoso. – Você já ouviu vários conselhos meus, sobre relacionamentos, sofrimento, trabalho e nós somos bons amigos.

Changmin assentiu mais uma vez.

– O hyung aqui, quer te ensinar mais uma coisa. – Começou Yoochun. – Não existe nada mais gostoso do que experimentar algo novo, Changminie. Ver todo o medo e a insegurança desaparecer e de repente perceber que aquilo não é o monstro que nós imaginamos é delicioso. E quando o assunto é sexo, quanto mais novidade, melhor, você não acha? Foi assim que você descobriu que gostava de outros homens e é fugindo da sua rotina e da sua zona de conforto que tudo fica mais delicioso. Você pode descobrir prazer até mesmo na dor, desde que ela seja provida por alguém de confiança, alguém que saiba os seus limites. No entanto, para isso, você precisa provar, ceder.

– Eu não queria fazer isso, hyung, eu não…

– A dor passa, Changminie. – Explicou Junsu. – Você não quer mesmo saber qual é a sensação de ter um homem invadindo o seu corpo? Tocando uma das partes mais sensíveis e deliciosas que vão te dar sensações inimagináveis? O Chunnie não vai te machucar, não vai te forçar, nós dois te respeitamos como homem. Você é nosso amigo, nosso dongsaeng, e queremos que você goste disso tanto quanto nós.

– Nós vamos te levar para um mundo novo, Changminie, e vai ser como experimentar um doce novo. – Disse Micky. – E eu prometo que vou dar o meu melhor, para você gostar. E se no final das contas, você ainda estiver disposto, eu posso te dar algo em troca, por me permitir experimentar o seu corpo.

– O que é?

– Se você permitir, eu te deixo provar de algo que me pertence, algo que é só meu. – Disse Yoochun, desviando o olhar para Junsu que havia se deitado sobre seu estômago. Micky repousou uma das mãos sobre as nádegas fartas de seu namorado. – É uma troca justa, você não acha?

– Eu tenho que ir até o final com você, hyung? – Indagou Changmin com os olhos fixos nas nádegas arredondadas do mais velho.

– Não, você tem que tentar, experimentar e se no meio do caminho você não quiser mais, eu me afasto. No final das contas, se eu e o Su acharmos que você foi prestativo o suficiente, ele vai ser seu.

– Você gosta, Changminie? – Indagou Junsu, encurvando a coluna para que suas nádegas ficassem mais evidentes. – Acha que o meu bumbum é um prêmio tentador?

– Se eu me deixar dominar por você, eu ganho o Junsu-hyung. – Concluiu Changmin, sentindo seu estômago revirar de ansiedade, e um arrepio percorrer sua espinha. Seu membro ameaçou despertar com a simples e estonteante ideia.

– Todo seu, por essa tarde inteira. – Reafirmou Junsu, sendo apoiado por seu namorado.

“E então, você aceita?” – Indagou Yoochun.

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Um pensamento sobre “Capítulo 02: Posições.

  1. Minhanossasenhora haihauhau pfrv vc vai continuar certo? Quase tive um atque quando não vi outro cap. Bem talvez eu tenha tido um ataque *bem pequenininho* hauhauh
    Oh fuck esses tres e pensar q eu achei q não ia dar ceerto hauhau
    Linda eu cacei seu perfil no animespirit mas vc não atualiza lá né?

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