Capítulo 03: Fuck Me

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O corpo de Changmin tremia em resposta aos pensamentos frenéticos que zuniam em sua mente. Era assustador, e ele sentia a adrenalina tocar sua pele, quase tão suavemente quanto a respiração de Yoochun sobre seu corpo. Eram argumentos fortes, convincentes, e não haviam mais motivos para que ele não aceitasse tal proposta. Changmin suspirou pesadamente e fechou os olhos, uma vez que os lábios de Yoochun eram tentadores demais para que de alguma forma, ele pudesse ponderar os prós e contras.

No entanto, o consciente de Changmin não levou mais de dois minutos para decidir e seu corpo cedeu. Suas pernas antes rígidas, tentando impedir Yoochun de avançar, cederam espaço, sentindo o quadril do mais velho ganhar espaço e juntar-se à sua virilha. Changmin podia estar de olhos fechados, mas bem sabia que seus amigos sorriam, triunfantes com sua resposta silenciosa. O rosto de Yoochun se aproximou de seu pescoço e o mais novo sentiu a respiração do mais velho se espalhar úmida por ali.

Então Changmin abriu os olhos, e a primeira coisa que focalizou fora o olhar de Junsu, penetrante, vívido. Era como se aquele rapaz o dominasse apenas com aquele olhar e ele sabia que Junsu dizia, silenciosamente, para que ele se entregasse. Olhar para ele era como ouvir sussurros no ar dizendo-lhe: Abra mais as pernas, Toque o corpo dele, Se entregue. Changmin sentiu a mão firme de Yoochun segurar seu rosto, ele queria um beijo.

Os olhos do mais novo voltaram a se fechar, e ele sentiu os lábios macios de Yoochun, sua língua quente, áspera e úmida invadir sua cavidade bucal, e a saliva de Changmin deixou aquele beijo mais molhado. As mãos do mais novo buscaram o tecido felpudo do roupão que o mais velho usava e aos poucos ele ia afastando-o de sua pele. Changmin cortou o beijo para poder olhar o que fazia, e viu quando a pele do rapaz foi revelada por baixo do roupão.

A pele de Micky era alva, firme, lisa e macia, parecendo deliciosa ao paladar de Changmin. Seus lábios atacaram os ombros e pescoço do rapaz, que ofegava com seus beijos. As mãos de Yoochun começaram a passear pelo corpo do mais novo, o sentindo por baixo daquelas roupas incômodas. “Por que Changmin insistia em se vestir depois do banho?” – Pensou Micky. Ele o queria completamente nu abaixo de si.

Changmin apoiou os cotovelos no colchão e ergueu o tronco, enquanto Yoochun voltava a atacar seus lábios e esticava o tecido da camiseta em suas mãos, parte de seu cérebro cogitando rasgar aquele tecido incômodo. Changmin mais uma vez o empurrou e desta vez quem afastou o tecido foi o mais novo, suas mãos ágeis abriram o roupão bem preso por um nó na cintura do outro, e desta forma, ele livrou o tronco do mais velho.

Yoochun tinha uma pele alva e bem cuidada. Não havia nenhum sinal de pelos em seu tronco ou barriga, e seus músculos eram rijos, mas não exageradamente definidos. Aquilo não importava para Changmin, para ele, o corpo de Micky era perfeito, era quente, e tentador demais para que ele resistisse em toca-lo. A mão de Changmin se espalmou no peito do rapaz e escorregou até sua barriga, vendo seu tórax subir e descer com sua respiração pesada. Os cabelos negros de Micky caiam em seus olhos, que brilhavam sob a imagem de Changmin.

O mais novo ergueu o corpo e com alguma dificuldade se sentou no colo de Yoochun. Aquilo era algo estranho para ele, no entanto, ele começava a se convencer de que aquela era sua nova posição. Suas pernas longas se posicionaram em torno da cintura do mais velho que o ajudou a retirar sua camisa antes de apoia-lo pela cintura. Changmin também percebeu que era atentamente observado por Junsu e Yoochun. Com sua pele morena divinamente exposta ao bel prazer dos dois rapazes, ele voltou a se sentir uma presa, e estranhamente, estava se apegando àquela ideia.

Esta ideia de ser uma espécie de brinquedo sexual era excitante para Changmin, ele desejava ser usado, ser abusado e sabia que seus hyung-dul não o decepcionariam. Yoochun tocou seu tronco, e não demorou para seus dedos esbarrassem no abdômen bem definido do rapaz. Changmin tinha um corpo lindo, escultural e aquela pele morena parecia deleitável. Yoochun o guiou para que se deitasse, e Changmin o abraçou carinhosamente pelo pescoço, deixando seu rosto se recostar ao ombro do mais velho.

Junsu acomodou os travesseiros e deixou que Yoochun deitasse o mais novo ali. Enquanto Micky esticava o elástico da calça do mais novo e calmamente a puxava para baixo, Junsu deitou ao seu lado e tratou de beija-lo, sem pressa, o permitindo provar mais uma vez da sensação deliciosa em seus lábios. Yoochun se ajoelhou entre as pernas do rapaz e sem pressa alguma, sua mão agarrou o membro do outro e começou a toca-lo por cima das roupas íntimas. Changmin sentiu a mão firme do rapaz massagear seu membro com uma lentidão que o torturava.

Micky notou o membro do outro ganhar rigidez entre seus dedos. Enquanto seus lábios exploravam a boca de Junsu, assim como seus sabores, os dedos de Micky o excitavam com destreza. Yoochun sabia perfeitamente como excita-lo, a pressão de seus dedos não era sutil, tampouco era dolorida, era um toque firme e decidido. Ele apertava sua glande por cima das roupas íntimas e agarrava seus testículos, arrancando suspiros pesados de Changmin. O mais novo cortou o beijo com Junsu quando o ar faltou, mas manteve o rosto próximo ao dele, o fitando e recebendo os carinhos em sua pele.

Changmin ficou impaciente com aquela incômoda boxer o impedindo de sentir o toque direto da mão do outro, e a puxou para baixo, enquanto seu corpo se contorcia em arrepios incessantes. Micky se afastou para deixa-lo retirar suas roupas íntimas e exibir sua pelve para ele, como se o oferecesse aquela deliciosa parte de seu corpo. O mais velho sorriu cheio da malícia e finalmente afundou o rosto em direção à virilha do outro e abocanhou seu membro. Changmin agarrou os cabelos negros do outro e um gemido rouco escapou de sua garganta.

Junsu desviou seus lábios e os posicionou sobre os mamilos do rapaz, e viu Changmin socar o colchão quando ele sugou aquela pele sensível e quente. Ele não queria de ser estimulado por duas pessoas diferentes, pois temia chegar ao orgasmo rápido demais, por outro lado, aquelas sensações eram demasiadamente deliciosas para serem renegadas. Yoochun o sugava com vontade, deixando sua saliva escorrer e molhar o membro do rapaz, enquanto a língua áspera de Junsu contornava seus mamilos eriçados por seus toques.

As mãos de Yoochun passeavam por suas coxas, virilha, abdômen e davam uma atenção especial a seus testículos que estavam sensíveis naquele momento. Junsu em certo momento se deitou ao lado do mais novo e tratou de observar seu namorado, se permitindo tocar seu próprio membro ainda escondido pelo roupão. Ele não se lembrava de como seu namorado ficava atraente ao fazer sexo oral, como seus lábios ficavam ainda mais protuberantes e seu olhar concentrado, fixo apenas no membro que ele sugava.

Era demais negligenciar um momento como aquele, no entanto, Changmin conhecia bem seus amigos e sabia que seria alvo de chacota se chegasse ao orgasmo naquele momento. Sua mente também o lembrava que ele ainda deveria ceder algo a mais a Yoochun, e Changmin bem sabia que outro orgasmo o derrubaria pelas próximas horas, e ele não deveria desapontar os dois homens que tão encarecidamente acariciavam seu corpo, o levando ao auge de sua insanidade.

– Chunie… Chunie-hyung! – Chamou Changmin com a voz sôfrega e a respiração entrecortada. Os dois rapazes pararam o que faziam e olharam para ele, tentando saber por que ele se esforçara tanto ao chama-lo. – Não seja egoísta, eu quero te chupar também!

– Ele está certo, como você é egoísta, Chunnie! – Ralhou Junsu, vendo seu namorado rir de seu comentário. – Deixa a nossa putinha experimentar o que ele está esperando há muito tempo.

– Ah, é assim? – Disse Yoochun deixando um tapa ardido e estalado na coxa de Changmin que agora estava apoiado pelos cotovelos. – Então, vem aqui, levanta.

Changmin o obedeceu e se posicionou ajoelhado sobre a cama. Eles então trocaram de lugar, sob o olhar atento e felino de Junsu, como se esperasse o momento certo para voltar a agir. Yoochun desamarrou o roupão ainda preso em sua cintura e exibiu seu corpo pela primeira vez para Changmin. Ele não admitiria em voz alta, mas Yoochun e Junsu viram a insegurança nos olhos do mais novo ao ver aquele membro em riste, pulsando. Changmin lambeu o lábio inferior e suspirou em expectativa.

Junsu engatinhou pela cama e se posicionou ao lado de Changmin a quem ele agarrou delicadamente pela cintura. O mais velho deixou selares em seu rosto e pescoço, e finalmente sussurrou em seu ouvido: “Engole ele todo, até sentir bater lá no fundo da sua garganta, e chupa com força, é assim que ele gosta”. Changmin sentiu um arrepio com as palavras do outro e sentiu sua boca salivar, como se estivesse prestes a provar um delicioso doce. Então ele se aproximou do falo alheio e beijou a ponta, com um selar estalado.

Changmin ouviu aos conselhos de seu hyung e afundou o rosto até sentir seu nariz recostar a virilha de Micky. O mais alto soltou o ar com força, o agarrando pelos cabelos logo que o mais novo começou a suga-lo com vontade. Suas mãos mantinham-se firmes nas coxas do mais velho, as mantendo afastadas, deixando toda sua virilha exposta a ele. Changmin tratou de se concentrar no que fazia, sabendo que estava dando certo pela respiração alta e rouca do outro rapaz.

Ele estava tão concentrado que não percebeu a movimentação de Junsu sobre a cama, enquanto este juntava o que eles usariam naquela noite. Ele sequer era acompanhado pelo olhar de Micky que apenas fitava o rosto de Changmin subindo e descendo sobre seu membro, como seu namorado observara, uma verdadeira putinha aquele dongsaeng. Micky somente percebeu as intenções de seu namorado quando este se posicionou ajoelhado atrás do mais novo, que repousava as nádegas sobre os calcanhares, enquanto continuava com seu sexo oral.

Junsu tinha intenções de acompanha-lo ao dar prazer ao seu namorado, no entanto, tinha uma prioridade. Ele repousou uma das mãos nas nádegas de Changmin e alisou as mesmas, enquanto sentia o corpo do mais novo ficar mais tenso. Ele não mais estava concentrado no que fazia em Micky, apenas nas próximas ações do rapaz estrategicamente posicionado atrás dele. Junsu repousou as mãos ao lado das nádegas do rapaz e as agarrou, o puxando para cima, fazendo Changmin apoiar-se em seus joelhos. O rapaz soltou o membro de Micky e ainda sob quatro apoios ele olhou para trás:

– O que você vai fazer, hyung?

– Medroso! – Acusou Micky.

– Relaxa, eu não vou te foder. – Disse Junsu. – Mas eu disse que queria uma lasca e eu vou pegar a minha parte, agora.

– Hyung… – Chamou Changmin.

– Continua chupando, Changminie, você só para quando eu mandar. – Disse Yoochun.

A contragosto Changmin voltou a abocanhar o membro do mais velho e dar atenção devida a este. No entanto, ele não demorou a sentir novamente a mão habilidosa de Junsu acariciar suas nádegas, agora devidamente empinadas para o rapaz. O mais velho colocou a mão entre suas coxas e as forçou para o lado. Ele o queria exposto e vulnerável, e Changmin não demorou a ceder às suas vontades. Changmin ainda sugava o membro do outro, quando sentiu Junsu deixar um selar em cada uma de suas nádegas, e uma mordida em uma destas.

As mãos do rapaz apertaram suas nádegas e as separaram, fazendo Changmin parar o que fazia e ser relembrado da ordem do rapaz, com um puxão de cabelos em sua nuca. Então Changmin sentiu algo quente e úmido próximo à sua entrada e percebeu que aquela era a respiração do rapaz. Em seguida algo áspero e ainda mais úmido tocou o local, ele sabia que não era o membro do rapaz, pois esse não seria tão escorregadio, e não o deixaria tão deliciosamente molhado.

Changmin gemeu, e o som de suas cordas vocais vibraram deliciosamente sobre o membro que ele abocanhava. No entanto, a sensação em suas nádegas era algo maravilhoso, indescritível. A língua do rapaz escorregava naquela região sensível, e quando ele se afastava, para distribuir mordidas por suas nádegas, uma sensação fria se apossava da pele de Changmin. Ele mal podia acreditar, o quanto gostava daquelas carícias, e certamente, apenas admitiria diante daqueles dois rapazes.

O beijo grego de Junsu fora demorado, para o deleite de Changmin. Ele testava os sabores do rapaz, e fitava as reações do mesmo, de acordo com os movimentos de sua língua. Changmin ainda parecia assustado, uma vez que contraía a musculatura de suas nádegas sempre que a língua do rapaz pedia passagem. Somente com aquelas carícias, Changmin sentiu a vontade de chegar ao orgasmo voltar, e com isso, ele desejou se tocar, mas antes que pudesse realizar tal desejo, Junsu se afastou, e demorou alguns instantes até que ele voltasse a se posicionar atrás do rapaz.

Changmin então sentiu Junsu forçar sua entrada com algo mais rígido do que sua língua. Por alguns instantes ele acreditou que o rapaz o penetraria, e estava pronto para protestar quando, um objeto muito menor escorregou para seu interior. Ele tinha formato circular, e o mais alto sentia-o ganhar espaço entre as paredes apertadas de seu interior, enquanto sua mente começava a pensar o que era aquilo e como seu hyung faria para tira-lo dali. Junsu ainda estapeou as nádegas de Changmin antes de se deitar ao lado do rapaz, com o tórax sobre o colchão, e tratar de dividir o sexo oral em seu namorado com ele.

Changmin soltou o membro de Yoochun que o observava atentamente, e desviou o olhar para Junsu que deixou beijos discretos por toda virilha de Yoochun, sempre satisfeito pela pouca quantidade de pelos que o rapaz tinha naquela região. Micky fitava os dois rapazes com ar satisfeito e apenas não entendia porque Changmin havia parado o que fazia para observar as ações de Junsu, até o mais novo se manifestar:

– Junsu-hyung, o que você colocou em mim?

– É só o lubrificante, Changminie. – Explicou Micky, sentindo seu namorado abocanhar seu membro.

– Mas hyung…

Antes que Changmin pudesse argumentar, o objeto derreteu em seu interior e um líquido viscoso saiu do mesmo e se espalhou por ali. Era uma sensação estranha, estar úmido em seu interior a medida que o lubrificante escorria sozinho. Junsu retirou os lábios do membro de seu namorado, e com destreza e agilidade, e o encobriu com um preservativo que ele havia reservado. Changmin se afastou o observando, finalmente se dando conta de que Junsu o havia preparado para o que estava por vir.

– Hyung, você não vai colocar os seus dedos em mim?

– E por que eu faria isso? – Indagou Junsu, se afastando de Micky que já se levantava.

– Pra não doer. – Argumentou Changmin.

– Sabe, Changminie, tá pra nascer macho mais fresco do que você. – Disse Yoochun se aproximando do mais novo e o abraçando pela cintura. – Nós vamos fazer o seguinte, eu vou deitar por trás de você e vou colocar bem devagar, e vai doer, com ou sem os dedos, vai doer, mas vai passar.

– Mas, hyung…

– Você quer ou não quer?

– Quero, hyung! – Disse Changmin.

– Então deita logo!

Changmin fez uma careta, mas obedeceu seu hyung, voltando a se acomodar sobre os travesseiros. Junsu e Yoochun se entreolharam triunfantes, e selaram os lábios antes de avançarem sobre o mais novo. Micky deitou-se ao lado do rapaz, e o segurou pela cintura, o guiando para que virasse de lado, ficando de costas para ele. Yoochun sabia que naquela posição, a penetração seria menos profunda e portanto, doeria menos no rapaz. Ele segurou seu membro pela base e o guiou até encontrar a entrada apertada do mais novo e força-la.

Changmin não sentiu dor nenhuma a princípio, era até aconchegante a pele macia e úmida de pré-gozo do rapaz, recostada àquela região sensível. Ele a forçou e quando seu membro ganhou espaço, a dor começou, a princípio fraca, no entanto, o membro de Micky era grande e quanto mais adentro ele seguia, mais aquilo se tornava dolorido. Yoochun já estava satisfeito com o silêncio do rapaz, quando Changmin se manifestou:

– Tira, hyung!

– Não seja afobado, Changminie. – Disse Yoochun o abraçando pela cintura e deixando selares em seu pescoço. – Eu nem comecei ainda.

– Mas já está doendo! – Reclamou Changmin.

– Mas vai melhorar.

Junsu ditou sua frase, com ar altivo e deitou-se de frente para o mais novo, beijando seus lábios demoradamente a fim de acalma-lo. Changmin voltaria a reclamar, mas ele deveria saber no que estava se metendo quando aceitou a proposta de seus hyung. Ele sabia que se tratava muito mais da vontade e das regras dos dois, do que sua própria. Micky não se movia, afinal, temia uma reação mais enérgica de Changmin, ele precisava esperar. Junsu havia entrado na batalha em acalmar o incomodado rapaz, deixando beijos e carinhos em sua pele.

Aos poucos a dor ia se tornando somente um incômodo, e seu corpo parecia ceder para comportar aquele volume em seu interior. Junsu percebeu a mudança quando o mais novo começou a retribuir seus beijos e carícias. Foi quando Micky percebeu que poderia se mover, e lentamente retirou parte de seu membro do interior do outro e o penetrou, desta vez com mais firmeza e vontade. Sua mão se apoiou em sua cintura, o puxando contra si, ouvindo os gemidos abafados do mais novo.

Os lábios de Junsu desviaram os de Changmin e buscaram os de seu namorado, que se deliciava com as nádegas do mais novo. Micky retribuiu seus beijos com a mesma intensidade, enquanto seus quadris aos poucos ganhavam velocidade e força em direção ao interior do rapaz, que já se acostumara com aquela posição. No entanto, aquele era apenas o começo, Yoochun queria mais do corpo do outro rapaz, e certamente ele o teria.

Junsu se afastou quando viu as intenções de seu namorado, que momentaneamente saiu do interior do mais novo. Changmin olhou para ele sem entender, até Yoochun puxa-lo pela cintura e deixa-lo com as costas apoiadas no colchão. Micky se aproximou e se posicionou entre suas pernas, segurando as coxas do outro em volta de sua cintura e voltando a penetra-lo, desta vez, olhando em seus olhos. Changmin sentiu seu rosto corar, pois pela primeira vez, ele se deu conta de que fora dominado por outro homem.

Micky sorriu com seu constrangimento, enquanto voltava a se mover, sentindo a entrada apertada do outro comprimir seu membro. Junsu estava ainda ao seu lado, o beijando pelo rosto, pescoço e vez ou outra dando atenção especial para seus mamilos. Ele sugaria o membro de Changmin, mas sabia que Yoochun queria ser o responsável pelo orgasmo do rapaz, e de certa forma ele estava certo em desejar que aquela experiência fosse completa. Yoochun se viu ainda mais satisfeito quando Changmin começou a se tocar, ainda que timidamente.

– Ainda dói, Changminie?

– Não, hyung, está gostoso agora. – Confessou Changmin. – Se você quiser, pode fazer mais forte.

– Mais forte? – Disse Yoochun agarrando com firmeza as coxas do rapaz. – Então pede com vontade, para o hyung fazer com força.

– Me fode com força, hyung!

Yoochun sorriu com malicia, e o próprio Junsu tratou de se tocar com a frase do mais novo. Micky se apoiou com firmeza nas coxas do rapaz e seu membro ganhou velocidade e força. Changmin sentiu a dor ameaçar a voltar, mas logo se acostumou de novo, e aos poucos ele ia se aproveitando mais daquele delicioso membro entrando e saindo de seu corpo. Até mesmo o olhar de Junsu e Yoochun sobre ele eram eróticos, algo que ele jamais experimentaria com nenhum outro homem.

E então, Changmin sentiu. O membro de Yoochun tocou um ponto em seu interior, que causou espasmos em seu corpo e refletiu diretamente em seu membro. Changmin se contorceu na cama, puxando os lençóis em suas mãos e apertando os olhos. O suor escorria por seu pescoço, e pingava de seus cabelos agora bagunçados. Micky o segurou com firmeza, e agora suas investidas eram direcionadas à próstata do rapaz, fazendo questão de toca-la cada vez com mais firmeza.

Aquilo era demais para Changmin, que acabara de descobrir por que Yoochun fazia tanta questão de trocar de posições com Junsu. Era delicioso ser estimulado por aquele ponto, o arrepiava, e seu membro soltava cada vez mais pré-gozo, como uma lembrança úmida que logo ele perderia o controle. Changmin pensou em avisar que iria gozar, mas sua voz não o obedecia, não quando seu corpo subia e descia com a força das investidas do outro rapaz.

No entanto, Micky sabia. Ele sabia que estava tocando Changmin no lugar certo, na intensidade certa e a mão do rapaz se movendo freneticamente sobre seu membro não o deixava mentir. Os músculos do braço de Changmin estavam evidentes, enquanto seu braço sem descanso maltratava a pele fina de seu membro, deixando um barulho estalado no ar, que apenas era abafado por seus gemidos roucos e altos.

Changmin ainda tentou segurar, mas em uma última investida, Micky tocou sua próstata com força. Ele sentiu dor, e ao mesmo tempo, chegou ao orgasmo, sentindo seu corpo ficar tenso e seus dentes rangeram. Então seu sêmen esguichou em seu peito, depois em seu abdômen e finalmente escorreu em sua virilha, ficando depositado em seus pelos e parte em sua mão. Changmin abriu os olhos, deixando seus dedos brincarem com seu sêmen depositado em sua barriga, e sorriu para Micky que saía de seu interior, com ar satisfeito.

Micky retirou seu preservativo, ainda que não tivesse gozado e observou Junsu finalmente se livrar de seu roupão e se aproximar dele. O casal se beijou, sem aquela afobação anterior, apenas provando de seus sabores, enquanto o cheiro de sexo impregnava suas peles. Yoochun se sentou sobre a cama, com as pernas abertas e seu sexo rijo e avermelhado pela fricção momentos antes. Junsu engatinhou sobre a cama, e passou uma das pernas sobre o corpo do outro, até se sentar em seu colo.

Changmin ainda sentia seu corpo formigar com seu orgasmo intenso. Ele via os movimentos daqueles dois em câmera lenta, como se estivesse em um sonho. Eles eram lindos, e aqueles corpos suados, juntos, eram a imagem mais erótica da qual ele se lembrava naquele momento. No entanto, Changmin estranhou quando ele viu o próprio Junsu segurar o membro de seu namorado e guia-lo em direção às suas nádegas. Ele não se lembrava de ter visto o mais velho usar lubrificante, ou ter sido preparado.

– Hyung, você vai se machucar! – Avisou Changmin.

– Eu não vou me machucar, Changminie. – Disse Junsu, apreciando a preocupação do rapaz.

– Passa pelo menos um pouco de saliva, senão dói! – Insistiu Changmin.

Junsu sentou-se sobre o membro de Micky antes de responder o mais novo. Ele não se sentou de uma vez, e sim, aos poucos, o deixando ganhar espaço dentro de si, vez ou outra o retirando, para só então avançar. Não demorou até que seu corpo o engolisse e Micky deixasse escapar um gemido rouco. Nada melhor do que as nádegas fartas de seu namorado envolvendo seu membro, e certamente ele gozaria logo.

– Eu não gosto de lubrificante, Changminie, de nenhum tipo, porque gosto de sentir o Chunnie gozar dentro de mim. Quando eu coloco lubrificante, não consigo sentir a porra dele escorrendo e eu gosto de saber quando ele goza, gosto de sentir aquele liquido bem quentinho dentro de mim. Não precisa se preocupar, eu assumo a dor, pra ter algo muito melhor depois.

– Vem aqui, me faz gozar, meu bundudo.

Junsu riu com o comentário de seu namorado e tratou de se mover sobre seu membro. O olhar de Micky agora era inteiramente voltado para seu namorado, aquele que verdadeiramente o pertencia. Yoochun o apoiou pela cintura e seus lábios se uniram, em um beijo tão demorado e lento quanto o anterior. E a partir daí, Changmin os observou tão silenciosamente que os dois se esqueceram de sua presença.

Eram somente eles ali, suas almas novamente unidas e seus corpos se chocando, a princípio de forma vagarosa e ritmada, como se uma musica lenta os guiasse. O corpo de Junsu ondulava, deixando os músculos de seu abdômen e de suas costas mais evidentes. A pele do rapaz estava suada, escorria em gotículas, o deixando molhado e escorregadio, para se misturar ao suor de Micky, que olhava inebriado para o corpo de seu amado.

Yoochun deixou a testa se recostar à de seu namorado, ainda fitando seus olhos. O corpo de Junsu pesava sobre suas pernas, e sua entrada maltratava seu membro, o esmagando entre suas paredes extremamente apertadas. As orbes negras de seu amado devolviam seu olhar intensamente, e seus cabelos negros já estavam desgrenhados. Junsu sabia que seu namorado não aguentaria muito mais, e não fez questão alguma de diminuir a velocidade, ele queria vê-lo em seu ápice.

E como ele previu, Yoochun gozou, deixando um gemido rouco escapar de seus lábios. Ele agarrou Junsu pela cintura e seu membro recostou em sua próstata quando ele chegou ao orgasmo, liberando seu sêmen no interior do outro. E da maneira como o rapaz desejava, ele o sentiu, morno, deixando seu interior deliciosamente úmido. Yoochun recostou o rosto ao tórax de seu namorado, enquanto recuperava o fôlego. E ele precisava fazê-lo logo, pois a ereção de Junsu entre seus corpos era algo que deveria ser prontamente resolvido.

– Deita ali do lado do Changminie, meu bundudo.

– Do lado do Changminie? – Indagou Junsu, finalmente saindo do colo de seu namorado e se deitando sobre a cama. – O que você vai fazer?

– Vou fazer você gozar. – Disse Yoochun se ajoelhando entre as pernas do rapaz. – Na minha boca.

Junsu sorriu abertamente, acariciando seu membro que pulsou em reação à frase do outro. Micky deixou uma mordida bem marcada na coxa do rapaz e traçou um caminho de saliva até seu membro. Ele sugou cada um dos testículos do rapaz, e sua língua escorregou pelo membro do outro, até a ponta a qual ele beijou. Yoochun olhou para seu namorado, e só então abocanhou seu membro, o deixando invadir sua cavidade bucal.

Yoochun o sugou com vontade e firmeza, sua boca fazendo sons de sucção, enquanto sua língua escorregava por todo membro do rapaz. Ele o deixava úmido, fazendo questão de deixar sua saliva morna escorrer por este, a espalhando na base com sua mão que o acompanhava. Junsu agarrava os lençóis e se contorcia, gemendo demoradamente o nome de seu namorado. Micky apertava as coxas do rapaz em suas mãos, vez ou outra as arranhando com suas unhas curtas.

Junsu se demorou mais para chegar ao orgasmo, no entanto, Micky não desistiu, e não parou sequer para tomar fôlego. Ele engolia o pré-gozo do rapaz, cada vez que este escorria por sua glande, deixando sua boca com sabor agridoce. Junsu não mais falava frases coerentes, e suas mãos agora estavam agarradas à cabeceira da cama. Micky vez ou outra estapeava uma das coxas do rapaz, que com facilidade ficavam vermelhas e irritadas, e Junsu amava aquela dor em sua pele.

Então ele chegou ao orgasmo, tão intenso quanto dos outros dois rapazes. Se sêmen escorreu em demasia para os lábios de Yoochun, que tentou engoli-lo por completo, mas deixou algumas gotas escorrerem eu seu queixo e pescoço. Junsu puxou os cabelos de seu namorado quando atingiu seu clímax, mas logo que seu corpo relaxou, ele o soltou, o acariciando com a ponta dos dedos. Assim que o outro se afastou e limpou o queixo com as costas da mão, Junsu disse, ainda ofegante:

– Eu te amo, Chunnie.

– Eu também te amo.

Yoochun também se permitiu deitar sobre a cama, deixando o ainda cansado Changmin entre eles. O mais novo deixou um beijo em cada um dos rapazes que agora o envolviam pela cintura e deixavam seus rostos próximos ao dele. Eles permaneceram em silêncio por minutos que pareceram se arrastar. Já era tarde, mas nenhum dos três estava incomodado com o tempo, apenas queriam aproveitar aquele momento. Estavam cansados, e seus corpos pediam por repouso, mas algo neles pedia por um pouco mais daquele veneno.

– Você gostou, Changminie? – Indagou Junsu.

– Gostei, hyung. – Disse Changmin se encaixando melhor no abraço de Yoochun. – Mas eu não queria que vocês contassem pra ninguém.

– Vai bancar o machão depois de pedir “mais forte, hyung”? – Riu-se Yoochun.

– Ninguém precisa saber. – Disse Changmin. – Porque só o hyung vai ter isso de mim.

– Só eu? – Indagou Yoochun.

– E só quando o Junsu hyung estiver junto. – Concluiu Changmin.

– Que putinha exigente. – Disse Junsu, apertando o mais novo em seus braços. – Eu só espero que você não se importe de eu ter marcado a sua bunda.

– A minha… ah, hyung! – Reclamou Changmin. – Você me mordeu!

– Mordi e mordo de novo. – Riu-se Junsu.

– Você se acostuma. – Disse Yoochun, deixando um beijo no rosto de Changmin. – Você está muito cansado, Changminie?

– Só um pouco, por que?

– Vai querer o seu prêmio agora, ou só amanhã?

– O meu…

Changmin desviou o olhar para Junsu que sorria com o canto dos lábios para ele. Ele havia se esquecido da proposta inicial, de que se ele se deixasse levar, Yoochun o deixaria abusar das deliciosas nádegas de Junsu. O mais novo voltou-se para ele, e deixou um selar em seus lábios, demoradamente. Micky fitava os dois com ar carinhoso, os permitindo se abraçar e se acariciar ainda de forma discreta. Changmin voltou a beijar o mais velho, para por fim pergunta-lo:

– Você quer agora, hyung? Ou está muito cansado?

– Se você não se importar de nós começarmos devagar, e de eu não ter me banhado depois de transar com o Chunnie, nós podemos começar agora.

– Não precisa se banhar, eu não tenho nojo. – Concluiu Changmin escorregando seu corpo sobre o do mais velho. – Você tem um bumbum lindo, Junsu-hyung.

– Bumbum que você vai tratar com muito carinho e cuidado. – Ditou Yoochun. – Se estragar meu brinquedo, eu estrago o seu.

– Não vou estragar. – Assegurou Changmin.

Changmin deixou alguns selares nos lábios de Junsu que os retribuiu, e em seguida os espalhou pelo rosto do rapaz, estalados e quentes. O mais velho o pedira calma, e assim ele o faria, começando com beijos leves no rosto do rapaz, apenas para que ele relaxasse e curtisse aquele momento apropriadamente. Micky observava o jeito carinhoso de seu amigo, e gostou do fato dele tratar seu namorado tão atenciosamente. Changmin não poupava carinhos na pele do rapaz, que ainda estava impregnada com o cheiro de seu suor, e o de Micky.

– Chunnie-hyung, você não precisa ficar só olhando. – Disse Changmin, finalmente desviando o olhar ao mais velho.

– Eu estou bem assim, Changminie. – Afirmou Yoochun.

Changmin sorriu e voltou a beijar o mais velho, que se derretia com tais carícias. O corpo do mais alto pesava sobre o seu, completamente nu. Desta vez, Changmin aprofundou o beijo, deixando sua língua passear pela boca do rapaz, testando os sabores que estavam por ali misturados. Junsu não tinha pressa, e suspirava satisfeito contra aquele beijo, deixando que suas mãos percorressem as costas do mais novo, parando finamente em suas nádegas. E Changmin não mais se importava com tais carícias, ele permitia que Junsu o tocasse.

Quando o beijo se tornou mais afoito, as carícias dos dois rapazes se tornaram mais intensas. As mãos de Changmin passeavam sem escrúpulos pelo corpo do mais velho, dando mais atenção à sua parte favorita, as nádegas fartas tão expostas aos seus dedos hábeis. Ele as apertava, estapeava, arranhava, sem força suficiente para marca-lo e sim, apenas diminuir sua tara. E Junsu se contorcia embaixo do rapaz, sentindo seu membro ganhar volume mais uma vez naquele dia.

Os lábios de Changmin desceram calmamente pelo pescoço longo de Junsu, até pararem em seu tórax bem definido. Os mamilos do rapaz já estavam enrijecidos quando a língua do mais novo os circulou, em seguida, deixando uma mordida leve na pele sensível do local. Junsu o agarrou pelos cabelos e ergueu uma das pernas, a deixando dobrada no ar, e dando mais espaço para o corpo de Changmin se encaixar. O mais novo lambeu e abusou de cada um dos mamilos de Junsu, se deliciando com o corpo do outro.

Foi o próprio Junsu quem o empurrou para baixo quando Changmin deixou de lamber seus mamilos. O mais novo ainda lambeu demoradamente o umbigo delicado do rapaz, e finalmente escorregou o rosto até sua virilha. Changmin recostou o rosto ao membro do outro e inspirou profundamente, antes de beija-lo. Ele deixou beijos por toda sua extensão até parar em sua glande e abocanha-la. Quando o mais novo voltou a olhar Junsu, este beijava seu namorado sem pressa alguma, e ele adorava ver aqueles dois aos beijos, e bem sabia que Junsu estava aproveitando a deliciosa situação.

Changmin amou os sabores dos dois rapazes, e parte dele, desejava provar do que Yoochun recebera momentos antes. No entanto, ele sabia que aquele era o seu momento de tomar o controle e pegar algo que ele aprendera a desejar. Ele ainda sugou o membro de Junsu, e deixou seus testículos avermelhados ao abocanha-los, mas logo sua boca abandonou o membro do outro e ele ergueu-se em seus joelhos. Logo que o fez, Micky se aproximou e acomodou-se a sua frente, o puxando pela mão.

Changmin abriu as pernas e se sentou de frente para o rapaz. Yoochun entregou para o mais alto um preservativo e lambeu a palma de sua mão para masturba-lo, enquanto o rapaz abria o pequeno embrulho com os dentes. Changmin percebeu que aquele modelo era mais lubrificado do que os outros, e provavelmente, a regalia de transar sem lubrificante pertencia somente a Micky. O mais novo ainda desenrolava o preservativo quando voltou a falar:

– Hyung, só tem essa camisinha?

– Não, tem mais algumas, por que? Você é o super homem que vai aguentar várias no mesmo dia?

– Não é isso, é que eu queria que você participasse do meu prêmio.

– Como? Quer que eu chupe o Su enquanto você come ele? Eu não ia me importar se ele gozasse na minha boca de novo. – Respondeu Yoochun, piscando malicioso para seu namorado.

– Não, eu quero que você me foda, de novo. – Respondeu Changmin, mordendo o lábio inferior e se aproximando do mais velho. – Vamos, hyung, é só colocar um pouquinho de lubrificante, a camisinha, e o meu bumbum é seu de novo.

– A nossa putinha gostou! – Concluiu Junsu animado, sentando-se na cama. – Vamos, Micky, ele quer!

– Como eu posso negar com vocês me pedindo com tanta vontade?

Micky sorriu malicioso e estapeou as nádegas do mais novo antes de se voltar para sua cômoda. Junsu decidiu virar-se e se posicionou de quatro sobre a cama, uma vez que sabia que ficaria mais fácil para seu namorado também se posicionar. Yoochun colocou a pequena bolinha lubrificante na entrada de Changmin, e o deixou se posicionar e adentrar o corpo de seu namorado.

Changmin acariciou aquelas nádegas fartas voltadas para si. Quando seu membro se posicionou, ele percebeu a maciez daquele local, e percebeu como estas eram confortáveis. Então ele o forçou, e a entrada de Junsu cedeu, com muito mais facilidade por já ter se acostumado com tal invasão. Changmin o penetrou lentamente, e gemeu demoradamente quando seu membro o adentrou por completo e suas nádegas macias tocaram sua virilha.

Changmin sentiu seu interior se umedecer novamente, e o lubrificante escorreu frio, contrastando com seu corpo quente. Micky se posicionou atrás de si, o segurou pela cintura e sem pressa alguma o penetrou, sentindo Changmin estremecer em seus braços. Junsu estava com uma das mãos agarradas ao travesseiro e com a outra ele se tocava lentamente. O mais novo voltou a sentir dor, mas aquilo não mais o incomodava, uma vez que logo ela passaria para algo mais agradável.

Foi Micky quem começou a se mover e quem ditou o ritmo até o fim. Quando seu corpo começou a ondular contra o do mais novo, este teve que encontrar seu compasso, para poder também se mover contra Junsu. Ele retirava parte de seu membro do corpo de Junsu, ao mesmo tempo em que Micky se afastava, e voltava penetra-lo, quando o mais velho o penetrava. E assim, eles encontraram o ritmo perfeito, não muito lento e nem muito rápido.

Yoochun se apoiava na cintura de do rapaz, e vez ou outra o mais novo virava o rosto para beijar seus lábios. As mãos de Changmin percorriam as costas de Junsu, e vez ou outra ele o segurava pelos ombros, quando buscava investidas mais profundas. Era tudo erótico demais, e Changmin nem em sonho se imaginava em uma posição como aquela, entre dois homens tão deliciosamente despudorados.

Seus movimentos ganharam velocidade, e Changmin não mais sentia dor alguma, apenas a deliciosa sensação de Micky adentrando e saindo de seu corpo, ao mesmo tempo em que ele abusava da entrada de Junsu. O rapaz pouco movia o corpo, e sua mão agora se tocava com firmeza e na mesma velocidade que Changmin o estocava, chamando pelo seu nome e o de seu namorado intercaladamente. Junsu sentia seu corpo ceder com aquelas caricias e assim, ele afundou o rosto no travesseiro, mantendo apenas seu quadril empinado.

Changmin encontrou a próstata de Junsu primeiro, ouvindo um grito abafado do rapaz e o sentindo empurrar suas nádegas com força contra ele. Assim, ele o apoiou com firmeza pela cintura e tratou de tocar com força sua próstata, o sentindo ficar tenso e sua voz rouca ressonar pelo quarto quando tinha sucesso. Era assim que ele levaria seu gostoso hyung ao orgasmo, tocando naquele ponto sensível, o fazendo se masturbar freneticamente sempre que conseguia.

A respiração rouca e sôfrega de Micky tocava suas costas, deixando o suor que escorria por elas frio. A pele morena de Changmin brilhava e escorria, e o rosto claro de Junsu estava corado, assim como o de Micky. Eles estavam se aproximando juntos de seu ápice, e buscavam mais um do corpo do outro, mais carícias, mais sensações. Foi quando Yoochun encontrou a próstata de Changmin, que em resposta, gemeu alto e agudo, e arranhou as nádegas de Junsu, com suas unhas curtas. Era demais para seu psicológico, e ele sabia que chegaria ao orgasmo primeiro.

Yoochun não tinha piedade do mais novo, e quando descobriu onde era seu ponto mais sensível, ele o tocava sempre, cada vez mais fundo e mais forte. Changmin mal se aguentava nas próprias pernas e desejou ter ficado de quatro como Junsu. Micky o segurava com firmeza pela cintura, pois percebera que o corpo do rapaz parecia querer ceder, enquanto sua libido pedia por um orgasmo e ele o segurava, com as forças que ainda lhe restavam. Ele decidiu anunciar seu orgasmo, quando, para sua surpresa, Junsu alcançou o seu primeiro.

O rapaz o tocara com força, diretamente em sua próstata, e com sua mão maltratando seu membro sem nenhuma modéstia, Junsu não aguentou e deixou seu corpo liberar seu orgasmo, o que ele não sabia, era que este seria ainda mais intenso. Seu sêmen saiu em grande quantidade e ficou depositado sobre os lençóis, os manchando de branco. Em seguida, Changmin o seguiu, na mesma intensidade.

O mais novo o puxou para trás com firmeza, ao mesmo tempo em que o membro de Micky afundava em seu interior. Changmin jogou a cabeça para trás e deixou um gemido agudo escapar, enquanto seu sêmen escorria para dentro do preservativo que os protegia. Então seu corpo cedeu e ele caiu sobre as costas de Junsu, que ainda sentia a pele formigando deliciosamente por conta de seu orgasmo.

Yoochun foi o último. Enquanto Changmin recaía sobre Junsu, ele o penetrou com força e liberou seu orgasmo, o agarrando com firmeza pela cintura e o apertando contra si. Seu sêmen também ficou depositado no preservativo, que foi prontamente descartado assim que ele saiu do interior do rapaz. E Junsu e Changmin caíram desajeitados sobre a cama, com seus corações disparados e buscando ar pela boca, o inspirando em grandes golfadas para recuperar o fôlego.

Changmin também descartou seu preservativo e quando voltou a se acomodar, Yoochun havia se deitado entre eles. Os três estavam exaustos e sonolentos, mas satisfeitos. Junsu deitou-se nos braços de seu namorado, e Changmin os observou trocarem carícias discretas antes de caírem no sono, sendo finalmente acompanhados pelo mais novo. E eles dormiram por horas a fio, trancados em seu próprio mundo de pecado e luxúria, no qual, nenhum dos três seria condenado por seus crimes.

Mais tarde os três acordaram, tomaram outro banho juntos, e dividiram uma pizza extragrande, pois estavam famintos. E então, Changmin percebeu que ele não era mais um brinquedo sexual, e que apenas entre quatro paredes, ele seria a putinha dos dois. Ele voltara a ser o grande amigo do casal, o grande confidente e companheiro. E eles ainda eram seus hyung-dul favoritos, aqueles com quem ele sabia que poderia contar, aqueles que guardavam seus segredos mais vergonhosos e que morreriam com eles.

 

Changmin ainda seria amante dos dois rapazes por dois longos anos, sempre desejando o corpo dos dois, se permitindo ser dominado apenas por Yoochun e abusando das nádegas de Junsu que povoariam seus sonhos eróticos. E mesmo depois de Changmin ter seu próprio relacionamento, e se tornar pai de família, as noites secretas ao lado de seus hyung-dul continuariam em segredo, um segredo apenas dos três.

Changmin nunca mais seria frustrado sexualmente, como quando começou a desejar aqueles dois rapazes a ponto de beija-los, no entanto, muitas regalias seriam eternamente guardadas para eles. Pois eles eram únicos, e sabiam levar seu erotismo a um nível quase sádico, sem passar dos limites. Yoochun e Junsu se tornaram a face da sexualidade para Changmin, e eram os únicos que o veriam ser dominado, e para os únicos por quem ele pediria por mais, sempre por mais.

Yoochun e Junsu se amariam pelo resto de seus dias, e por longos anos, suas noites se tornaram mais divertidas ao lado de Changmin. Ele era o amante perfeito, disposto a experimentar, a dar e receber, sem se envolver sentimentalmente ou confundir nenhum dos dois. E os três juntos descobriram seu próprio mundo erótico que seria para sempre um segredo, este mundo em que desejos não eram condenados e eles podiam se entregar sem pudores.

Por muito tempo, nas noites daquele discreto apartamento, eles teriam um delicioso jantar e quando o sol se escondesse e a lua prateada adentrasse por suas janelas, Yoochun deixaria alguns beijos em seu namorado e o acariciaria. O casal de mãos dadas se levantaria do sofá e se aproximaria de Changmin, em sua costumeira poltrona. Seus olhares iriam se encontrar, e os três se entenderiam sem maiores explanações, e a frase discreta de Micky, que o chamava e indicava que aquela seria uma noite impura, selaria seu convite:

– Come here, baby.

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